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sexta-feira, 2 de setembro de 2011

A serviço da direção da ECT e da privatização Bando dos Quatro divide a categoria para trair a campanha salarial

Uma jogada combinada entre as diferentes alas da burocracia está sendo executada com a greve sendo marcada em datas diferentes nos estados e, conseqüentemente, quebrando a unidade da categoria

Os trabalhadores ecetistas passaram os dois últimos anos sofrendo enormes perdas por causa da traição do Bando dos Quatro (PCdoB-PT-PSTU-Psol) na campanha salarial de 2009. Naquele ano, a burocracia sindical assinou o acordo bianual e os trabalhadores ficaram sem reajuste no ano de 2010, justamente quando a inflação no país começou a sair do controle.
Desta forma, os 9% de reajuste dado em 2009, foram completamente consumidos pelo aumento dos preços dos produtos. Em 2010, segundo os números oficiais do governo, a inflação registrada foi de 5,91%, até então o maior índice dos últimos seis anos. Em 2011, a situação está pior. A previsão oficial  para a inflação é de 6,31% e provavelmente irá subir. Mas isto não é tudo. Estes números visivelmente são manipulados e a inflação real, sentida no bolso pelos trabalhadores, é ainda maior. Isto pode ser visto na elevação dos produtos de primeira necessidade como os alimentos, por exemplo.
Em 2009, como denunciou a corrente Ecetistas em Luta, o acordo bianual era parte do processo de privatização da empresa. Seu objetivo era arrochar ainda mais o salário dos trabalhadores e, assim, criar condições favoráveis para os especuladores lucrar com os Correios S.A.
Agora, que a Medida Provisória 532 foi aprovada no Senado, o Bando dos Quatro, seguindo orientações da direção da ECT, quer novamente trair a campanha salarial e apoiar a privatização da empresa à custa do arrocho salarial e da demissão de milhares de trabalhadores.  

Bando dos Quatro quer quebrar a greve e a unidade da categoria

Para trair a greve deste ano, a burocracia da Fentect (PCdoB-PT-Psol-PSTU) quer quebrar a principal força da categoria: sua unidade nacional. A direção da ECT e o Bando dos Quatro querem pulverizar a greve com cada sindicato saindo em greve em uma data diferente.
Em sindicatos com alguns diretores ligados à “Federação Anã” do PSTU foi aprovado o indicativo de greve por tempo indeterminado para o dia 31, cancelando na prática a greve do dia 14 de setembro. Já em Pernambuco, o mesmo PSTU/Conlutas aprovou o indicativo de greve para o dia 8 de setembro.
Estão propositalmente propondo a pulverização da data da greve, para dividir a categoria e descreditar a greve. A malícia de toda a operação é a embalagem esquerdista que se procura apresentar, utilizando alguns elementos da Conlutas do Rio Grande Sul, que participaram de paralisações parciais de protesto como linha de frente na divisão da greve nacional. É o famoso Cavalo de Tróia.

Nossa proposta 

Ao contrário do que faz o Bando dos Quatro, a corrente Ecetistas em Luta defende que apenas a ampla mobilização dos trabalhadores, unificada nacionalmente, é que pode derrotar a política da direção da empresa e do governo Dilma.
É preciso passar por cima da burocracia e organizar uma mobilização independente para preparar uma greve por tempo indeterminada a partir do dia 14 de setembro. A tarefa é organizar um amplo movimento contra a privatização da empresa e em defesa de todas as outras reivindicações da categoria.

Paralisação de advertência: trabalhadores mineiros paralisam o trabalho, realizando grande ato contra a privatização dos Correios

A atividade que foi convocada pelo Sintect-MG e que havia sido aprovada em assembleia, foi vitoriosa, mostrando que existe toda uma tendência de luta na categoria



Na noite da última terça-feira, 30, o Sindicato de Minas Gerais (Sintect-MG) realizou uma assembleia para organizar a mobilização da categoria contra a privatização dos Correios.
Centenas de trabalhadores estiveram presentes da assembleia, onde foi aprovado – com apenas dois votos contrários – a paralisação do dia 31, como forma de preparar a greve do dia 14, bem como a própria greve geral – aprovada por unanimidade.
A atividade do dia 31, paralisação de advertência, foi bastante vitoriosa e contou com um o apoio da categoria. Um grande ato foi realizado na porta do CDD/BH, no centro de Belo Horizonte. Trabalhadores de diversos outros setores se reuniram na porta do CDD/BH com cartazes e bandeirolas contra a privatização. A atividade se estendeu durante toda a manhã. O sindicato também distribuiu apitos e colocou um carro de som para que os trabalhadores pudessem fazer uso da palavra e se manifestar diante de um dos maiores ataques da burguesia contra a classe operária que é a entrega da maior estatal, em número de funcionários, para os capitalistas internacionais.
Além do ato no centro da capital, que concentrou boa parte dos trabalhadores ativistas, diversas paralisações foram feitas no restante do estado.
É evidente, e os trabalhadores de Minas Gerais deram a demonstração, que a categoria está disposta a lutar contra a privatização e em defesa dos seus empregos. Em Minas Gerais, por exemplo, os trabalhadores aderiram à paralisação mesmo com toda a pressão dos chefes, que espalharam pelos setores que o dia de greve seria descontado dos salários, um típico terrorismo da empresa para tentar conter a mobilização dos trabalhadores. A resposta que os ecetistas deram aos chefes foi uma mobilização vitoriosa, mostrando para os chefes que a categoria não irá se calar diante dos ataques do governo do PT, Dilma Rousseff.
Os que os trabalhadores precisam ter claro é que a  mobilização que ocorreu em Minas Gerais poderia ter sido facilmente organizada em todos os estados se não fosse a política traidora do Bando dos Quatro (PT-PCdoB-PSTU-Psol), que não só evitaram a mobilização da categoria, como atuaram abertamente contra a luta dos trabalhadores, procurando em todas as situações dividir a categoria, para favorecer a direção da ECT.
A paralisação nacional do dia 31, que deveria ser utilizada para impulsionar a organização dos trabalhadores para a greve unificada do dia 14, foi sistematicamente boicotada, tanto pela burocracia da Fentect, quando pela federação anã do PSTU, a qual procurou confundir os trabalhadores, tentando dividir a categoria, com a proposta de greve por tempo indeterminado, somente em alguns sindicatos do Nordeste, fora da data estabelecida nacionalmente. A categoria mostrou que não aceita esta política de divisão, que só ajuda a direção da ECT e reafirmou a decisão de uma forte greve unificada no dia 14.
Diante desses constantes ataques do governo, da empresa e do Bando dos Quatro (PT-PCdoB-PSTU-Psol), o que está colocado para a categoria é organizar uma ampla mobilização de forma independente da burocracia, que está atuando abertamente em defesa da privatização e contra os trabalhadores.
Está na ordem do dia a organização de uma greve forte, unificada, no próximo dia 14, para barrar os ataques do governo. Os trabalhadores só podem contar com sua força e sua mobilização.

Desespero: para defender divisão, membro do PSTU parte para agressão física a militante do PCO em assembleia dos trabalhadores dos Correios de Campinas

Membro do PSTU tenta agredir Edson Dorta da corrente Ecetistas em Luta/PCO, após este denunciar que Federação anã do PSTU estaria tentando quebrar a unidade da greve nacional dos Trabalhadores dos Correios, marcada para o dia 14/08


 (companheiro Edson Dorta, militante da Corrente Ecetistas em Luta)

No dia 30 de agosto, às 19 horas realizou-se a assembleia geral da categoria dos trabalhadores dos Correios da região de Campinas/SP.
A assembleia, por proposta da Corrente Nacional Ecetistas em Luta/PCO foi convocada para aprovar um dia de paralisação no dia 31 de agosto, contra a privatização dos Correios e contra a MP 532 – Medida Provisória do governo Dilma Rousseff que privatiza o Correio.
A paralisação tinha caráter de advertência ao governo de Dilma Rousseff, a direção da ECT e o Bando dos Quatro (PT, PCdoB, PSTU e PSol) que dirige a Fentect, sobre a radicalização dos trabalhadores dos Correios diante da privatização proposta pelo governo e pelos deputados corruptos do congresso nacional.
Logo no início da assembléia, os mais de 100 trabalhadores presentes receberam a informação da direção do Sintect-Cas que os sindicatos ligados a Federação anã do PSTU, que são 6 pequenos sindicatos que correspondem a 9% da categoria, teriam se reunido e decido transformar a proposta de paralisação de um dia em greve por tempo indeterminado, o que significa, sem nenhuma margem à dúvida, cancelar a realização da greve no dia 14 em suas bases, uma vez que nenhum trabalhador sério vai faze greve por tempo indeterminado 2 vezes no mesmo mês, uma total afronta à unidade nacional em torno da greve do dia 14.
A manobra foi denunciada pela Corrente Ecetistas em Luta na assembléia, mostrando ser uma política divisionista e traidora, que só poderia estar a serviço da direção da ECT, uma vez que todo trabalhador dos correios sabe que uma greve nacional na ECT tem que ser composta de todos os sindicatos da Federação, ou no mínimo que os maiores sindicatos, como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais que corresponde a mais de 40% da categoria e onde passa mais de 70% do fluxo postal, tem que estar participando da greve para que ela seja respeitada pela Empresa e, portanto tenha força para ser vitoriosa.
Diante disso, foi proposto pela Corrente Ecetistas em Luta uma moção de repúdio aos sindicatos que aprovassem a partir da 00h00 do dia 31 greve geral por tempo indeterminado, ou seja, antecipando com uma minoria de sindicatos a greve nacional marcada para o dia 14/08.
Diante da evidente demonstração de que os sindicatos que pertencem a Federação anã estão empurrando uma parcela da categoria para a desmoralização, buscando quebrar a greve nacional, o militante do PSTU de Campinas que estava na Assembléia, Paulo César de Almeida, partiu para agressão ao companheiro Edson Dorta, da corrente Ecetistas em Luta/PCO, tentando acertar-lhe um murro, no que foi contido pelos trabalhadores presentes que seguram o agressor e o levaram para fora da assembléia.

PSTU : divisionistas e agressores

Não é a primeira vez que membros do Bando dos Quatro (PT. PCdoB, PSTU e PSol) tentam através da violência calar as denúncias, feitas pela corrente Ecetistas em Luta, das traições destes sindicalistas em relação às reivindicações da categoria.
O próprio companheiro Edson Dorta já foi agredido outras vezes para intimidá-lo no comando de negociação, uma vez que conhecido o fato de que os membros da Corrente Ecetistas em Luta não se prestam ao papel de capachos e vendidos para a empresa, assinando acordos salariais miseráveis.
Na campanha salarial de 2009, o companheiro foi agredido pelas costas, pelo sindicalista do PCdoB do Rio de Janeiro, Ronaldo Martins, vulgo Ronaldão, por ter sido denunciado com mais dois traidores do PT e PCdoB, como autores do acordo bianual, assinado o acordo, sem o consentimento dos trabalhadores, em conluio com a direção da ECT.
A violência praticada contra militantes da Causa Operária pelo PSTU vem se tornando uma prática desta organização para impedir que a corrente Ecetista em Luta esclareça aos trabalhadores exatamente o que está acontecendo e o conteúdo das propostas apresentadas, que na maioria esmagadora das vezes são apresentadas como benéficas aos trabalhadores, no entanto, são um favorecimento da direção da ECT, como se viu no caso do acordo bianual, na aceitação do Bancos de Horas, na aprovação do cargo amplo, através do PCCS da escravidão etc.
No último Conrep, o PCdoB partiu para agressão em cima dos trabalhadores delegados da Corrente Ecetistas em Luta, a fim de que a corrente Ecetistas em Luta tivesse sua bancada reduzida em 40% para não participar do Comando de negociação da campanha salarial deste ano. Os sindicatos que compõe a Federação anã do PSTU apoiaram a atitude do PCdoB e ajudaram o PCdoB e PT a expulsar toda delegação da corrente Ecetistas em Luta, para garantir que o PT e PCdoB tivesse maioria folgada no Comando de Negociação.
Na Paraíba, o presidente do Sintect-PB, Emanuel ditadura do PSTU, membro da Federação anã, partiu para cima de militantes da do PCO, inclusive uma mulher, para que os mesmos não distribuíssem boletins aos trabalhadores dos Correios no COA -Complexo Operacional da Paraíba, no qual se discutia as formas e métodos necessários para a luta contra a privatização da ECT.
A Corrente Ecetistas em Luta quer deixar claro e público que não vai se calar diante da intimidação física do PSTU e dos demais grupos do Bando dos Quatro e que a tentativa de se impor pela violência e pela intimidação será respondida pela Corrente Ecetistas em Luta irá enfrentar as agressões conforme aconteceu no 30° Conrep da Fentect.
Vamos reagir na mesma proporção e violência com que formos tratados, por elementos desclassificados, que não podem discutir suas posições publicamente, pois sabem que a categoria jamais apoiará os acordos de bastidores para enfraquecer e dividir a categoria.

- Abaixo a violência do Bandos dos Quatro para evitar a discussão e impor a divisão e a vontade da empresa através da violência! 
- Democracia e discussão nas assembleias para que as posições sejam esclarecidas e os trabalhadores possam julgar qual a melhor política para derrotar a direção da empresa e o governo!

Paraíba: categoria rejeita categoricamente tentativa divisionista de enfraquecer a greve nacional da categoria, no dia 14

Diretoria do Sindicato, dirigida pelo PSTU/Conlutas, é derrotada na assembleia, mesmo tentando agredir delegado sindical, que protestou contra a divisão da categoria

Ontem realizou-se assembleia da categoria, onde foi discutida proposta de uma parcela minoritária da diretoria do sindicato de antecipação da greve do dia 14 para o dia 31. Esta proposta que claramente divide a categoria, enfraquecendo a paralisação nacional já definida para o dia 14 de setembro, é uma política deliberada do PSTU/Conlutas de atacar a greve nacional da categoria, só que com argumentos...supostamente de esquerda. A proposta é defendida por uma minoria de diretores ligados ao PSTU/Conlutas, os quais detém cargos importantes nas diretorias dos sindicatos de Pernambuco, São José dos Campos, Paraíba, Amazonas e apoiadores da Conlutas no Rio Grande do Sul.
Estes sindicalistas, apesar de minoria em suas diretorias, usam o poder dado pela legislação trabalhista (totalmente voltada para a burocratização dos sindicatos) aos cargos de presidente ou secretário geral do sindicato e tesoureiro para falar em nome de toda a diretoria ou da categoria, apesar de não representarem, de forma nenhuma, a opinião da maioria.
Na categoria do Correio esta prática do PSTU/Conlutas não é novidade. Todas as grandes perdas da categoria foram feitas através de ataques feitos pelo PCdoB/PT abertamente em prol da empresa e por propostas que, parecendo de esquerda (apesar de serem totalmente patronais), só facilitaram a ação do PT/PCdoB e, obviamente, da direção da empresa.
Assim aconteceu na assinatura do PCCS da escravidão, onde PT/PCdoB impuseram a legalização do cargo amplo na base da mais completa corrupção e distribuição de cargos para os negociadores e o PSTU/Conlutas (através do seu líder conhecido como Jacaré) dizendo que o PCCS tinha sido aprovado democraticamente...nas assembleias de mentirinha onde só falam os apadrinhados da direção da ECT, que isso seria democracia operária e outras barbaridades visando enganar os menos esclarecidos.
Nesta campanha salarial a tática de atacar a greve geral do dia 14 com colocações abertamente patronais, pela direita, e ataques feitos pelos supostos defensores dos trabalhadores, com argumentos que aparentam ser de esquerda está em pleno desenvolvimento. 

Bando dos Quatro (PT-PCdoB-PSTU-Psol) está contra a greve dos trabalhadores

O Bando dos Quatro (PT-PCdoB-PSTU-Psol) atuam unitariamente contra qualquer medida efetiva de mobilização e organização da greve do dia 14, chegando ao extremo no caso do PSTU/Conlutas de propor abertamente o cancelamento da greve, uma vez que público e notório que uma greve realizada no dia 31, por pouquíssimos sindicatos do nordeste dividindo o movimento nacional não teria a menor condição de sair vitorioso.
Na assembleia do sindicato da Paraíba vários trabalhadores se opuseram frontalmente ao cancelamento da greve do dia 14, com a ilusão (cinicamente disseminada pelo PSTU/Conlutas) de que no dia seguinte seria possível derrotar a privatização com a divisão da categoria através de uma greve convocada de um dia para outro.
As intervenções principalmente dos companheiros de Campina Grande e João Pessoa foram todas propondo buscar uma unidade com os outros Sindicatos que estão dispostos a lutar como é o caso do SINTECT-MG para unificar uma grande greve por tempo indeterminado a partir do dia 14 de setembro.
Na assembléia do dia 23 de agosto parte da direção deste Sindicato já queria empurrar “goela a baixo” dos trabalhadores a antecipação da greve para o dia 31 de agosto o que foi totalmente descartado naquela ocasião pelos trabalhadores, visto que uma greve sem o principio básico da luta que é a união nacional da categoria, mobilização na base e até da população que pode ser uma forte aliada da categoria contra a privatização não teríamos nenhuma chance de sucesso.
Depois do total apoio pela unidade dos trabalhadores em torno da greve no dia 14 de setembro um companheiro de Campina chamado João Paulo que compunha a mesa foi atacado pessoalmente pelo secretário geral do SINTECT-PB, conhecido como Emanuel Ditadura por mais de 10 minutos, repetindo os pesados ataques que frequentemente faz a qualquer pessoa que não se submeta a ser seu capacho.
Depois de mais de 10 minutos de acusações totalmente infundadas, de caráter claramente pessoal, para tentar calar a discordância do companheiro em relação à proposta de cancelamento da greve do dia 14, o mesmo Emanuel Ditadura simplesmente impediu que o companheiro sequer tivesse direito de resposta.
O trabalhador João Paulo do CDD Centro de Campina Grande que, inclusive, é representante sindical no seu local de trabalho foi ameaçado fisicamente por Emanuel Ditadura quando protestava pelo direito de se defender das acusações feitas, na frente de todos que estavam lá, gerando verdadeiro tumulto na assembleia, uma vez que o protesto se generalizou contra o comportamento conhecido de Emanuel Ditadura.
Debaixo de vários protestos e da indignação por parte dos trabalhadores que estavam defendendo o direito do companheiro de se falar acabou a assembleia, tendo sido aprovada esmagadoramente a manutenção da greve no dia 14.

Ameaças e tentativas de agressão: o modus operandis da burocracia sindical

É importante esclarecer que não é a primeira vez que acontece depois de uma derrota da política de divisão do movimento imposta pela política do PSTU/Conlutas Emanuel Ditadura apelar para tentar se manter no sindicato, apesar da impopularidade de suas posições.
Ele já ameaçou inclusive publicamente de agressão companheiros  tanto de Campina Grande quanto de João Pessoa. Esta situação não pode perdurar dentro do sindicato. Todas as assembleias do sindicato acabam em tumulto pelas conduta do impopular Emanuel Ditadura. São tentativas de agressão, acusações e calúnias maldosas e violentas para acabar com a discussão através da intimidação daqueles que não se sujeitam a este tratamento humilhante.
Fazemos um chamado aos diretores do sindicato para não mais aceitar esta verdadeira ditadura dentro do sindicato. Não é possível falar em luta contra o governo e a ditadura da direção da empresa, quando dentro do sindicato são cordeiros intimidados, por medo de tomar decisões que contrariem a lei do latifúndio, apesar de público e notório que a categoria repudia a ditadura dentro do Sintect-PB e o seu ditador Emanuel.

- Abaixo à ditadura dentro do Sintect-PB
- Sindicato não é fazenda, onde o latifundiário faz o que quer, nem trabalhador é gado, para ser toado por qualquer peão!
- Quem manda no sindicato é a categoria, por isso vamos a luta para organizar de verdade uma grande paralisação no dia 14 de setembro.

PCdoB boicota greve de 24 horas contra privatização dos Correios

A burocracia sindical do PCdoB se recusa a qualquer mobilização mínima de preparação da greve do dia 14

A burocracia sindical do PCdoB que controla o Sintect-SP está boicotando o dia nacional de paralisação contra a privatização da ECT. Em nenhum momento o PCdoB colocou qualquer plano de luta contra a privatização da ECT em discussão com os trabalhadores.
Nem mesmo nas assembléias, onde deveriam ocorrer os informes e discussões sobre os problemas dos trabalhadores, realizada para discutir e aprovar a pauta da campanha salarial e o “calendário de lutas” da Fentect, não houve nenhuma discussão sobre um dia de paralisação nacional, como preparação para a greve geral por tempo indeterminado no próximo dia 14.
Apesar do Sindicato dos Trabalhadores do Correio de Minas Gerais, o terceiro maior sindicato da categoria, ter paralisado o trabalho, numa greve de advertência, e chamado os sindicatos de todo país a fortalecer esta luta, em São Paulo a diretoria do sindicato se esconde dos trabalhadores, como se não estivessem em período de campanha salarial.
Seguindo essa política de não organizar a campanha contra a privatização, não existe nenhum material para mobilizar os trabalhadores e a única notícia que se houve é conversa com deputado e viagem para Brasília, no maior cinismo, dizendo que a situação será resolvida. O apoio da burocracia sindical do PCdoB a privatização foi  vista na última assembléia. Os traidores do PCdoB realizaram uma assembléia de mentirinha para fazer o teatrinho da rejeição da proposta, que todo mundo sabe que seria rejeitada.
A assembléia foi realizada de maneira sorrateira, de maneira a esconder dos ecetistas a luta contra a mobilização dos trabalhadores, onde estes não foram convocados.

Atuação em benefício da privatização

O PCdoB está atuando abertamente a favor da privatização e contra a mobilização dos trabalhadores. Um bom exemplo disso são os parlamentares queridinhos do PT-PCdoB, que participam da Frente Parlamentar em Defesa dos Correios: Vicentinho (PT-SP) e Daniel Almeida (PCdoB-BA), que é coordenador da Frente.
Os dois parlamentares votaram a favor da Medida Provisória 532 (MP-532), sendo que estes são os deputados preferidos do Bando dos Quatro (PT-PCdoB-PSTU-Psol) na luta contra a privatização dos Correios. Este fato mostra para os trabalhadores que não podem confiar, em nenhum momento, nos parlamentares que em troca de dinheiro e benefícios mudam o discurso rapidamente e defendem os financiadores de suas campanhas: os empresários que vão ganhar com a privatizaçãoo da ECT.
A Frente Parlamentar em “Defesa” dos Correios na verdade é uma fachada de parlamentares corruptos para fazer demagogia com os ecetistas. Serve apenas para uma “luta” de fachada para quem apóia, na prática com o próprio voto, a privatização da ECT.

Calendário de “lutas” para não lutar
 
Os pelegos do Bando dos Quatro (PT,PcdoB,Psol e PSTU) aprovaram um calendário de “mobilização” para a campanha Salarial 2011 com a intenção de afundar, mais uma vez, a campanha salarial dos trabalhadores dos correios e a luta contra a privatização.
“O Calendário de Lutas” foi montado pela burocracia para não lutar, afirmando sua política de defesa da direção da ECT (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos), ou seja, da privatização. Para se ter uma idéia da farsa desse calendário aprovado pela burocracia sindical não há nada sobre a paralisação contra a privatização do dia 31, dia que serve para mobilizar os trabalhadores e construir a greve da campanha salarial no dia 14 de setembro.
O Dia Nacional de Paralisação contra a privatização da ECT serve também para preparar os trabalhadores para a greve nacional da categoria no próximo dia 14 de setembro. Esse é o verdadeiro motivo da burocracia sindical para boicotar o dia nacional de paralisação contra a privatização da ECT. Não querem a greve do dia 14 e estão boicotando todas as ações que servem para mobilizar e organizar a categoria na campanha salarial e contra a privatização dos correios.
Na verdade não estão fazendo nada para a realização da greve com campanhas, boletins cartazes e etc. Eles estão contando com a desorganização da greve, que todos já contam como inevitável, para jogar a culpa da traição nas costas dos trabalhadores.
Eles, na verdade, estão sabotando de todas as maneiras a organização e mobilização dos ecetistas.
Para uma greve vitoriosa contra a privatização, os trabalhadores devem se organizar de maneira independente da burocracia sindical, ou seja, por fora do sindicato. Somente a luta dos ecetistas pode barrar a privatização da ECT, e não meia dúzia de parlamentares corruptos propagandeados pelo Bando dos Quatro (PT-PCdoB-Psol-PSTU).
Por isso, a corrente Ecetistas em Luta está chamando os trabalhadores a participar da Plenária Nacional de Oposição para organizar a luta dos trabalhadores na campanha salarial e contra a privatização dos correios.

- Plenária Nacional da Oposição, dias 3 e 4, em São Paulo;
- Organizar a luta contra a privatização da ECT;
- Preparar a greve geral por tempo indeterminado, por 74% de aumento.

Privatização do Correio: Bando dos Quatro esconde lideranças do PT e PCdoB que votaram a MP



A tentativa de ocultar dos trabalhadores os nomes dos traidores que votaram a favor da demissão de milhares de trabalhadores é mais uma demonstração da política criminosa do Bando dos Quatro, que atua como agente da privatização dentro do movimento sindical

No último dia 26, a Comissão contra a quebra do Monopólio Postal da ECT, composta basicamente pelo PT e PCdoB, divulgou mais um informe sobre suas “atividades”, onde demonstra novamente o objetivo do Bando dos Quatro (PT-PCdoB, PSTU e Psol) dentro do movimento sindical que é o de barrar a luta dos trabalhadores e facilitar a privatização dos Correios.
Depois do fracasso do Bando dos Quatro (PT-PCdoB-PSTU-Psol) com o turismo à Brasília, quando ficou comprovado de uma vez por todas que a burocracia não iria organizar qualquer luta contra a privatização e que, ao contrário, eles estavam abertamente na defesa do ataque do governo Dilma Rousseff, os sindicalistas que controlam a maioria da Fentect, bem como a federação anã do PSTU, se uniram para esconder dos trabalhadores os políticos corruptos do PT-PCdoB que votaram a favor da privatização.
Ao invés de denunciar publicamente os políticos burgueses que estão promovendo a privatização dos Correios, o informe da Comissão contra a quebra do Monopólio Postal da ECT é uma forma de exaltar esses parlamentares, mostrando como foram importantes as “conversas com parlamentares
Em nenhum momento o informe cita os parlamentares do PT e do PCdoB que votaram contra os trabalhadores, aprovando a privatização da empresa.
O documento apenas exalta o turismo que esses sindicalistas fizeram à Brasília, à custa dos trabalhadores, como sendo uma “uma batalha incansável com o objetivo de manter os Correios como empresa pública”.
As ações “cruciais” que a comissão e os demais sindicalistas que compõe o Bando dos Quatro fizeram, são na verdade, medidas para impedir a luta da categoria contra a privatização. Não por acaso, o resultado de todo esse “combate” foi a aprovação, em uma votação folgada, da Medida Provisória que privatiza os Correios.
Longe de denunciar os parlamentares que votaram a favor da privatização, o que seria crucial para organizar a luta contra os ataques do governo, o informe evita cuidadosamente sequer citar o nome dos criminosos que atacaram os direitos dos trabalhadores, votando a favor da privatização da empresa.
Não só isso. Aqui também vale relembrar que os dois deputados, um do PT e outro do PCdoB, preferidos do Bando dos Quatro, votaram a favor da privatização. Sobre esse fato não há uma única palavra burocracia. Vicentinho (PT-SP) e Daniel Almeida (PCdoB-BA), esse último coordenador da Frente Parlamentar em Defesa (... da privatização) dos Correios, assinaram a demissão de milhares de trabalhadores e a entrega de mais uma estatal aos capitalistas internacionais. Sobre os dois parlamentares vendidos que votaram a privatização da ECT, vale lembrar que há alguns meses atrás eles eram convidados do honra do Bando dos Quatro na mesa de abertura do último Conrep (Conselho de Representantes da Fentect), outra demonstração da aliança da burocracia com o governo.
É evidente que o PT e PCdoB não querem divulgar, muito menos fazer campanha contra esses parlamentares, isso porque os próprios sindicalistas são os maiores defensores da privatização.
Na Paraíba, por exemplo, o sindicato publicou material de divulgação da votação, só expondo os deputados Paraibanos, os quais não possuem nenhum destaque no ponto de vista da política nacional do Correio.
Os parlamentares figurões do PT e PCdoB que comandam o Bando dos Quatro (PT-PCdoB-PSTU-Psol) no Correio, não aparecem nas denúncias para preservar o acordo destes partidos, de encobrir esta enorme traição.
O que fica bastante claro, tanto com o caso da Paraíba, como no caso da Comissão contra a quebra do Monopólio Postal da ECT é a jogada casada de todo o Bando dos Quatro para esconder da categoria o nome dos parlamentares do PT-PCdoB que traíram os trabalhadores para favorecer os tubarões que querem privatizar a empresa.
 
- Campanha nos Correios e junto a toda a população trabalhadora contra a Privatização dos Correios, com a denúncia dos nomes e fotografias dos carrascos dos trabalhadores do Correio que votaram a favor da privatização do Governo Dilma Rousseff do PT-PMDB e PCdoB através da Medida Provisória 532;

- Greve geral da categoria contra privatização da ECT, por 74% de reajuste, pela imediata contratação dos concursados;

- Contratação de mais de 35 mil novos ecetistas por concurso público sem a farsa do teste de aptidão;

- Fim do trabalho nos finais de semana, com a incorporação dos 15% aos salários de todos os trabalhadores;

- Jornada de 35 horas semanais; sem redução dos salários;

- Fim do excesso de serviço com redistritamento dos setores feito pelos próprios trabalhadores;

- Não à retirada do convênio médico dos trabalhadores do Correio, decisão que a empresa vem colocando em prática, através da restrição de guias médicas, do cancelamento de hospitais e clínicas conveniadas e das limitações para realização de exames e cirurgias;

- Plenária nacional da oposição classista e de luta dias 3 e 4 de setembro em São Paulo.

Sindicato do Correio de São Paulo: assembléia pró-forma... para defender o DEM e sem nenhuma medida de organização da greve

Sem nenhuma mobilização por parte da diretoria do Sindicato, PCdoB evita qualquer discussão sobre a organização da greve em São Paulo


No último dia 23, ocorreram assembléias na maioria dos sindicatos dos Correios nacionalmente, seguindo o calendário-farsa da Fentect (Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios). As assembléias já haviam sido marcadas de antemão para rejeitar a proposta ridícula de 6,87% que a empresa apresentou.
Como sempre, o PCdoB/CTB, que está na diretoria do sindicato de São Paulo, nem mesmo divulgou a assembléia nos setores e convocou para um lugar escondido e de difícil acesso. Uma assembléia de brameiros e figurantes contratados, para fingir que alguma coisa está acontecendo, quando na realidade estão em Brasília negociando com a direção da ECT mais uma traição contra os trabalhadores.
A empresa não quer dar nenhum aumento, de verdade, para os trabalhadores. O governo quer usar o dinheiro que a categoria produz todos os dias na empresa, para distribuir aos capitalistas que querem privatizar os Correios. A burocracia sindical participa de todo o golpe da direção da empresa e sequer denuncia que a categoria está há dois anos sem reajuste salarial.
Os sindicalistas traidores do Bando dos Quatro (PT-PCdoB-PSTU-Psol) estão com medo da tendência de luta dos trabalhadores, por isso, estão procurando montar novamente a farsa do “calendário”, quando na verdade não estão mobilizando nenhum trabalhador na base, escondendo a campanha salarial.
As assembleias são mera formalidade, para a óbvia rejeição da proposta da empresa, uma vez que toda a categoria sabe que a proposta final só virá no dia 14. Não há nenhuma proposta de organização da greve. O Bandos do Quatro espera o dia 14, para que a categoria deflagre a greve sem nenhuma organização ou controle do que acontece. Para o Bando dos Quatro quanto menos organizada a greve, melhor, para poderem assinar o acordo miserável encerrando a campanha salarial.
 

Aliança com a direita

Na assembléia, o secretário-geral do Sintect-SP, o Peixe, defendeu o circo em Brasília que o Bando dos Quatro armou para negociar cargos com os deputados e fingir que está sendo feita alguma coisa contra  privatização e acredite se quiser....elogiar o DEM, mostrando que o PCdoB mantém firme e forme seus laços com os partidos de direita, desde a época em que formalmente estavam dentro do PMDB, nos anos 90.
O PSTU que faz parte do mesmo bloco, inclusive fazendo campanha aberta, na Paraíba, por uma aliança com o DEM . Por isso na assembléia de São Paulo, o PSTU/Conlutas é um dos poucos que consegue falar em assembleia, convidado especial, na maior camaradagem pelo PCdoB.

- Todos à Plenária Nacional da Oposição nos dias 3 e 4, para derrotar a política da empresa e do Bando dos Quatro;

- Greve geral por tempo indeterminado no dia 14, por 74% de aumento, com ocupação dos setores;

- Organizar a luta contra a privatização dos Correios.