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domingo, 2 de outubro de 2011

Moção de repúdio à conduta dos militantes do PSTU na passeata de S. Paulo

A Corrente nacional Ecetistas em Luta vem a público repudiar a conduta do diretor da Apeoesp, Geraldo, conhecido como “Gegê” do PSTU/Conlutas, pela ameaça de agressão feita ao militante do PCO, Edson Dorta, que atua no movimento sindical dos trabalhadores dos Correios.
O militante do PSTU, que controlava o som de uma camionete na passeata dos Correios e dos Bancários no dia 30/09/2011, ameaçou de agressão, o companheiro Edson Dorta, pelo simples fato de pedir para usar o o microfone do carro de som dos metroviários, afim de fazer uma ampla convocação ao ato unificado dos Trabalhadores dos Correios que será realizado em Brasília, na próxima terça-feira (04/10).
Não é a primeira vez que Gegê, um notório delinquente político e elemento fascitóide do PSTU, se envolve em agressão aos companheiros do PCO. No dia 1º de maio de 2001, Gegê foi protagonista de uma agressão a militante dos PCO, ocasião em que inclusive mulheres foram espancadas, e pela destruição das barracas que o Partido da Causa Operário organizava neste evento operário. O ato foi uma agressão não apenas ao PCO e seus militantes, mas ao conjunto do movimento operário que celebrava o 1º de maio, dia de luta dos trabalhadores.
Nesta passeata dos correios, este elemento, controlando o carro de som, não só não permitiu que o companheiro Edson Dorta falasse, como chamou outros bate-paus para agredi-lo quando descia do caminhão. Edson só não foi agredido, pois os militantes da corrente Ecetistas em Luta foram até a camionete de som escoltá-lo dos bate-paus do PSTU e PCdoB.
Nada há para se estranhar nesta aliança entre o PSTU e o PCdoB porque o PSTU já havia declarado publicamente em assembleia o seu apoio à diretoria do Sintect-SP e demonstrou este apoio acima de qualquer dúvida em todas as assembleias realizadas até aqui.
O motivo da agressão é inteiramente político. Havia uma determinação do Bando dos Quatro para que o ato não fosse divulgado na passeata, pois há um acordo não apenas para impedir protestos contra o governo do PT-PCdoB como para terminar a greve o mais rapidamente possível, jogando na lata do lixo das reivindicações dos trabalhadores. A presença deste conhecido delinquente político mostra a determinação da frente única PT-PCdoB-PSTU de estrangular a greve por todos os meios que se façam necessários, inclusive através da violência contra o seus opositores.
Através desta denunciamos e damos a conhecer a todos os grevistas mais esta violência contra a luta dos trabalhadores dos correios para que seja amplamente repudiada.

Coordenacão Nacional da Corrente de Oposicão Ecetistas em Luta

Campanha Salarial dos Correios: PCdoB transforma mobilização dos trabalhadores dos Correios em ato de campanha eleitoral dos partidos que votaram a favor da privatização dos correios

Depois de desmarcar dois atos dos trabalhadores dos Correios, o Sintect-SP controlado pelo PCdoB/CTB, realiza passeata com os trabalhadores bancários, sem levantar as reivindicações da categoria, sem falar da privatização da ECT e sem falar do ato nacional

No dia 30/9 (sexta – feira) realizou–se no centro da Cidade de São Paulo, passeata dos trabalhadores dos Correios, que estão a 17 dias em greve, com os trabalhadores bancários, que estão há quatro dias em greve.
A passeata dos trabalhadores dos Correios, apesar de estar unificada com os trabalhadores bancários da cidade de São Paulo contou com a presença total de cerca de 3.000 pessoas, uma enorme ausência dos grevistas dos Correios, pois na semana passada, só os trabalhadores dos Correios realizaram uma passeata com cerca de 10 mil pessoas.
A diminuição drástica da presença dos trabalhadores dos Correios de São Paulo, nesta passeata, é explicada pela própria forma como o Sintect-SP convocou a manifestação, ou seja, com o claro propósito de esvaziá-la e enfraquecê-la.
Depois de desmarcar dois atos que os trabalhadores dos Correios já haviam decidido em assembleia geral, um no CTP – Jaguaré e outro em uma obra que seria inaugurada por Dilma Rousseff em São Bernardo do Campo, atos que tinham o caráter de colocar a direção da ECT e o governo Dilma Rousseff na parede, os diretores do sindicato de São Paulo, ligados ao PCdoB, decidiram na assembleia de quinta-feira (29/09), que na sexta-feira, dia seguinte, não teria assembleia, apenas um ato unificado com os bancários de São Paulo.
O próprio fato da direção do Sindicato não convocar assembleia para sexta-feira, levou boa parte dos trabalhadores a não participar da passeata com os bancários, pois ficou nítido que a passeata não se tratava de campanha salarial, mas de um ato de campanha eleitoral do PCdoB, pois a passeata teria a presença do vereador do PCdoB, Jamil Murad.
E o que de fato aconteceu, pois na passeata, não se ouvia falar das reivindicações da categoria ecetistas, mas apenas de discursos vazios, onde os locutores chamavam a unidade das categorias profissionais sem uma proposta prática, de luta, como a de unificar todos os trabalhadores na luta contra a privatização da ECT e no ato nacional dos Correios em Brasília.
Um desaforo aos trabalhadores dos Correios, pois todos os parlamentares do PCdoB, no Congresso Nacional, sem exceção, acabaram de votar pela aprovação da MP 532 de Dilma Rousseff que privatiza os Correios e vai promover a demissão em massa dos ecetistas.

Bando dos Quatro blinda Wagner Pinheiro e Dilma Rousseff e se recusam chamar trabalhadores para ato unificado em Brasília

Na passeata dos 10 mil trabalhadores dos Correios da sexta-feira (23-09), a direção do Sintect-SP se recusou a usar um caminhão de som, dizendo que é proibido a utilização de carro de som no centro de São Paulo, para não precisar dizer em alto e bom som que o governo do PT-PCdoB-PMDB está privatizando os correios e este ataque ao patrimônio público incide sobre as reivindicações salariais e de condições de trabalho que está levando a categoria ecetista para greve.
Apesar do ato desta sexta-feira (30-09), o sindicato dos Bancários ter desmentido na prática os dirigentes sindicais do PCdoB dos Correios, pois colocaram dois caminhões grandes de som no centro de São Paulo para realizar a passeata, os sindicalistas do PCdoB, como também do PT e PSTU/Conlutas, não usaram o som para defender as reivindicações da categoria, apenas falavam no som que a direção da ECT tem que pagar os dias parados da greve, sinalizando que a proposta salarial da ECT, que continua a mesma miséria salarial que levou a categoria à greve, será aceita por eles, o Bando dos Quatro, se a direção da ECT aceitar não descontar os dias parados.
Recusaram-se até mesmo reproduzir no carro de som a orientação do próprio comando de negociação da Fentect, Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios, que está convocando todos os sindicatos e trabalhadores dos Correios a realizar um ato unificado em Brasília, na próxima terça-feira (04/10), para colocar a direção da ECT na parede e exigir do governo Dilma “privatizadora” Rousseff as reivindicações da categoria ecetistas.
No final da passeata, o secretário geral do Sindicato de Campinas, Luis Aparecido de Moares, conhecido como “Biaia”, pediu para falar, e quando começou a dizer que os trabalhadores dos Correios de São Paulo deveriam se juntar aos demais trabalhadores ecetistas que estarão indo para Brasília, em caravana, para o ato nacional unificado dos Correios, o presidente do Sindicato de São Paulo, Elias Cesário, vulgo Diviza, exigiu que Biaia entregasse o microfone, dando cutucadas em suas costas.
A passeata de São Paulo mostrou que os sindicalistas do PCdoB/CTB, em conjunto com o PSTU/Conlutas estão se preparando para quebrar a greve nacional dos Correios em São Paulo, pois não vão convocar os trabalhadores da maior Regional dos Correios a participar do Ato Unificado em Brasília, e, além disso, estão trabalhando pelo esfriamento da greve, defendendo como questão principal o pagamento dos dias parados da greve, independente da migalha oferecida pela empresa e dos ataques realizados pelo processo de privatização da ECT realizado pelo governo do PT-PMDB-PSTU.
Diante do boicote promovido pelo PCdoB e seus aliados (PSTU/Conlutas) no Sintect-SP, ao ato Nacional dos Correios a ser realizado em Brasília, os trabalhadores dos Correios de São Paulo devem se juntar e organizar caravanas para Brasília de forma independente, pedindo ajuda financeira para os sindicatos que estão organizando a ida de suas bases sindicais para o enfrentamento direto com a direção da ECT e o governo de Dilma.

- Todos a Brasília na terça-feira dia 04-10;
- Por 74% de reajuste salarial;
- Contra a MP 532 e todo processo de privatização;
- Correios público, estatal e controlado pelos trabalhadores, através de eleição direta para todos os cargos de confiança de presidente da ECT a supervisor de operações, com mandatos revogáveis pelos trabalhadores.

Pelegos do PCdoB boicotam ato em Brasília

Sintect-RJ faz terrorismo contra mobilização nacional dos trabalhadores e disponibiliza apenas um ônibus, excluindo centena de trabalhadores do ato nacional em Brasília

Diante da pressão da base da categoria e da iniciativa da corrente Ecetistas em Luta, o bando dos quatro (PT,PCdoB, PSTU e PSOL foram obrigados a convocar um ato nacional em Brasília.
Na ultima assembleia, realizada na sexta-feira,30, os diretores do Sintect-RJ fizeram uma campanha de terrorismo contra a atividade para desaminar os trabalhadores.
Os pelegos do PCdoB repetiram inúmeras vezes as dificuldades da atividade. Segundo eles, o ato era uma atividade penosa na qual os trabalhadores seriam obrigados a abandonar suas famílias, realizar um acampamento que poderia durar semanas, que poderia acontecer coisas imprevisíveis, com ações radicalizadas.
Para assustar os trabalhadores, o Secretaria de Economia e Finanças, Ronaldo Luiz Rodrigues Leite, um dos autores do acordo bianual, conhecido como “Ronaldão”, afirmou que era necessário os dados completo dos trabalhadores para que fossem repassados à polícia Federal!
Para desmoralizar a atividade, o Secretario Geral Ronaldo Ferreira Martins, vulgo “Ronaldão”, insinuou que os trabalhadores eram vagabundos, afirmando o ato não era um passeio.
Apesar da campanha da diretoria pelega contra o ato nacional em Brasília, 200 trabalhadores disponibilizaram seus nomes. Uma demonstração firmeza da base que compreendem a necessidade de ampliar a greve num ato unificado de toda a categoria, para aumentar a pressão dos trabalhadores sobre a empresa.
Para evitar a presença massiva dos trabalhadores do Rio de Janeiro, a direção do sindicato declarou que estava disponibilizando apenas um ônibus. Para justificar o boicote, Leite afirmou que o local dos trabalhadores do Rio de Janeiro era na greve do estado. Esta declaração revela a política da burocracia: blindar o governo Dilma da ação unificada dos trabalhadores.
A divisão da categoria fragiliza o movimento. Esta visão puramente burocrática e localista divide os ecetistas. Os trabalhadores sabem que a união faz a força. A apenas a ação unitária dos trabalhadores pode derrotar a empresa.
O PSTU também ajudou no boicote. Para se contrapor ao PCdoB, o PSTU/Conlutas propôs que o sindicato disponibilizasse dois ônibus, ou seja, a mesma proposta de limitar ao máximo a mobilização. Sem falar que não denunciaram a política aberta de boicote ao ato. Este é o tipo de oposição que o PSTU faz: marcar uma pequena diferença secundária e sem importância com o PT e o PCdoB para enganar os trabalhadores de que é oposição a esta política traidora. Este é o funcionamento do Bando dos Quatro.
Sem dúvida, o ato em Brasília é uma atividade fundamental para fazer avançar a luta da categoria em defesa de suas reivindicações, como ficou provado no ato realizado em Brasília, realizado na última quinta-feira, dia 29. Um ato nacional da categoria de Correios com a participação de trabalhadores de Minas Gerais, São Paulo, Campinas, além do Distrito Federal e outros lugares.
O boicote do PCdoB com a ajuda do PSTU é mais um demonstração da política de traição levada a cabo pelo Bando dos Quatro. A corrente Ecetistas em Luta convoca a todos para ato nacional em Brasília como forma de aumentar a pressão sobre a direção da ECT.

Sintect-RJ: Bando dos Quatro fazem teatro para disfarçar a traição

A ultima assembléia dos trabalhadores dos correios do Rio de Janeiro, sexta-feira, dia 30, foi palco de um teatro montada para que o comando de negociação ganhe tempo para trair a categoria e acabar com a greve

O Bando dos Quatro (PT, PCdoB, PSol e PSTU) organizaram um teatro na última assembleia dos Sintect-RJ. Cada membro do bando cumpriu um papel na arapuca armada para trair os trabalhadores
Como de costume, o PCdoB organizou uma assembleia burocrática. Apenas dois diretores do sindicato falaram rapidamente sobre a greve. O Secretário Geral Ronaldo Ferreira Martins, vulgo “Ronaldão”, um dos autores do acordo bianual, e Secretário de Economia e Finanças, Ronaldo Luiz Rodrigues Leite.
O Ronaldão (traidor que assinou o acordo bianual) repete a mesma a ladainha da burocracia sobre a luta pelos dias parados, tentando convencer os trabalhadores que o corte dos pontos é a questão fundamental da campanha salarial e o Leite apenas faz a leitura do informe do comando.
A ladainha sobre os dias parados é para fazer os trabalhadores esquecerem a reivindicações a aceitarem a miséria que a direção da ECT está oferecendo. Assim, se os trabalhadores caírem na arapuca, terão feito greve para conquistar... que os dias parados não sejam descontados. Para isso, bastava não fazer greve nenhuma.
As assembleias relâmpagos são um esquema montado para inviabilizar a organização de qualquer movimento dos trabalhadores dos correios. Este esquema provoca uma enorme insatisfação na base da categoria intensificando as contradições entre os pelegos do PCdoB e a categoria, aprofundando a crise da burocracia.
Para evitar que a derrocada total da burocracia o PSTU entra em cena. Diante do visível descontentamento dos trabalhadores, os militantes do PSTU se debatem com os membros do PCdoB em uma discussão supostamente para forçar a diretoria do Sintect-RJ abrir o microfone para a Conlutas.
Agindo como se fossem defensores dos trabalhadores e oposicionistas, brigam e se opõem formalmente ao comando de negociação... mas na hora de lutar não apenas com palavras, os PSTU/Conlutas acompanha a burocracia do PT e PCdoB e apoia suas propostas traidoras com uma pequena diferença sem qualquer importância.
Com a ajuda do PSTU, o PT e o PCdoB aprovaram o rebaixamento da pauta, abrindo caminho para a burocracia acabar com a greve após negociar os dias parados, boicotaram os atos nacionais convocados pela Corrente Ecetistas em Luta em Brasília para unificar a luta e ampliar a greve.
As contradições deslocam os trabalhadores para posições independentes quebrando a barreira de contenção armada pela burocracia para bloquear a luta dos trabalhadores.
Os pelegos do PCdoB não têm nenhuma bala na agulha e a única alternativa será mudar de política. É visível que a burocracia perdeu o controle da situação e depende da ajuda do PSTU para contornar a crise e acabar com a greve.

Atenção companheiros trabalhadores: ato unitário da campanha salarial dos correios será próxima terça-feira,4, em Brasília

A atividade é a principal arma, ao lado da greve, para a categoria mostra toda a sua força e sua disposição de luta à direção da empresa. Todos ao ato unificado no próximo dia 4, esse é o caminho para a vitória das reivindicacõe

Companheiro trabalhador, na próxima terça-feira, dia 4, será realizado o ato unificado da campanha salarial dos Correios. A atividade, assim como os demais atos convocados pela corrente Ecestistas em Luta, será realizada em Brasília, onde estão reunidos os verdadeiros patrões dos trabalhadores que a presidenta Dilma Rousseff (PT) e o presidente dos Correios Wagner Pinheiro.
A atividade é fundamental não só para o desenvolvimento da luta, mas principalmente, para a vitória da greve. Como fica evidente, a empresa está tomando medidas cada vez mais duras contra a luta dos trabalhadores, como se vê com a negativa da mesma em negociar com os trabalhadores, bem como no fato de a empresa já ter descontado os dias parados e recentemente ter entrado na Justiça para decretar a greve ilegal. Isso sem falar no fato de a presenta Dilma Rousseff ter assinado a privatização dos Correios em meio à greve dos trabalhadores, um tapa na cara nos quase 110 mil funcionários da ECT.
A resposta que a categoria tem que dar para essa ofensiva é o aumento da sua mobilização. A greve está entrando na sua terceira semana e o que se vê, por parte dos trabalhadores, é a mesma disposição de luta. A greve não retrocedeu em nenhum lugar, pelo contrário, só cresceu. Nesse sentido, já passa da hora de a categoria se unificar em uma atividade nacional, que reúna os trabalhadores de todos os estados.
Estamos há dois anos sem campanha salarial e este governo anti-trabalhador oferece uma miséria de reajuste salarial e não quer sequer pagar os dias parados. Volta com a odiosa proposta de abono, mil vezes rejeitada pela categoria. É preciso dar uma resposta à altura ampliando a nossa mobilização.
Essa é uma forma importante de mostrar para o governo que a categoria não irá ceder, e que os trabalhadores estão dispostos a ir até as ultimas consequências para obter a vitória da greve. Já passa da hora de aumentar a pressão contra o governo e a empresa. Não podemos permitir que dos sindicalistas pelegos do PT e do PCdoB, que dirigem sindicatos importantes como os de São Paulo e do Rio de Janeiro, continuem a cozinhar a greve em banho-maria para ver se a empresa vence a nossa mobilização pelo cansaço.
Estes sindicalistas a serviço da direção da empresa não apoiaram os dois atos realizados pela corrente Ecetistas em Luta em Brasília, o último dos quais fechou o prédio central da administração do Correio e, agora, concordaram com a realização do ato nesta terça, dia 4, mas sequer estão convocando efetivamente a manifestação.
É preciso exigir em todos os sindicatos que sejam colocados ônibus à disposição de todos os trabalhadores que queiram ir a Brasília.
É chegada a hora de os trabalhadores mostrarem toda a sua força unitariamente em Brasília.

Todos ao ato nacional unificado na próxima terça-feira, 4!
Vamos exigir que sejam colocados ônibus em todos os sindicatos!
Reajuste de 74%, chega de abonos e de reajustes miseráveis!
Não ao PCCS da escravidão!
Não ao excesso de trabalho!
Não ao desmonte do serviço de saúde!
Pagamento dos dias parados!
Direito de greve! Não à tentativa de colocar a greve na ilegalidade!
Não à privatização dos Correios!
Greve até a vitória!