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terça-feira, 10 de janeiro de 2012
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Para garantir o Caixa 2, direção da ECT vai pagar milhões à Fentect
A direção da empresa, durante a greve dos Correios, aguentou 28 dias de paralisação para não aumentar o salário da categoria ao contrário da distribuição de verba feita para o vale-drogaria
O acordo assinado entre os Correios e a Fentect (Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios) estabelecendo o Vale Drogaria mostra bem como a direção da ECT (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos) e o governo têm uma política bem definida para os trabalhadores.
O Vale Drogaria prevê que a empresa pagará 28 reais por mês à Fentect para a gestão do plano junto a uma empresa contrata pela federação, chamada Global – gestão de Saúde. Se apenas metade dos trabalhadores dos Correios, ou seja perto de 50 mil, aderirem ao vale farmácia, isso vai significar que a empresa desembolsará quase 1,5 milhão por mês para financiar esse benefício. Se todos os cem mil trabalhadores aderissem, seriam cerca de três milhões de reais por mês.
O Vale Drogaria prevê que a empresa pagará 28 reais por mês à Fentect para a gestão do plano junto a uma empresa contrata pela federação, chamada Global – gestão de Saúde. Se apenas metade dos trabalhadores dos Correios, ou seja perto de 50 mil, aderirem ao vale farmácia, isso vai significar que a empresa desembolsará quase 1,5 milhão por mês para financiar esse benefício. Se todos os cem mil trabalhadores aderissem, seriam cerca de três milhões de reais por mês.
Quais são os interesses da empresa?
Segundo prevê o convênio, o trabalhador terá acesso gratuito a medicamentos constantes na lista da Farmácia Popular e descontos de 60% para medicamentos genéricos e de 50% para os demais medicamentos.
O que o trabalhador dos Correios deve se perguntar e ter claro é porque a empresa decidiu oferecer o benefício. O motivo é bem simples: os maiores beneficiados serão a empresa e governo.
A distribuição desse montante (28 reais por dia) para a Fentect, que pode chegar em 33 milhões de reais até o final do ano, é um esquema de “Caixa 2” para as eleições municipais de 2012.
Foi a maneira encontrada pelo PT para desviar o dinheiro da ECT para a campanha eleitoral, utilizando a Fentect, dominado justamente pelo Bando dos Quatro (PT-PCdoB-PSTU-Psol), na tentativa de se livrar dos inúmeros escândalos de corrupção nos quais esteve envolvida a direção dos Correios nos últimos anos.
A direção da ECT esteve disposta a “segurar” 28 dias de greve, que segundo informações da própria empresa teriam dado um prejuízo de 120 milhões, para não aumentar em 30 reais o salário da categoria. A proposta final de aumento aprovada no TST foi de 80 reais e a primeira proposta da empresa entes da greve era de 50 reais. Tudo isso apenas para não aumentar o salário do trabalhador.
Trata-se de uma política bem definida. Para os salários dos trabalhadores a empresa não vai ceder, justamente para usar o dinheiro para todo tipo de politicagem com os recursos produzidos pelos trabalhadores.
Não há nenhuma disposição pra aumentar o salário, mas toda disposição possível para montar esquema de desvio de verba da empresa em conluio com a direção majoritária da Fentect.
O que o trabalhador dos Correios deve se perguntar e ter claro é porque a empresa decidiu oferecer o benefício. O motivo é bem simples: os maiores beneficiados serão a empresa e governo.
A distribuição desse montante (28 reais por dia) para a Fentect, que pode chegar em 33 milhões de reais até o final do ano, é um esquema de “Caixa 2” para as eleições municipais de 2012.
Foi a maneira encontrada pelo PT para desviar o dinheiro da ECT para a campanha eleitoral, utilizando a Fentect, dominado justamente pelo Bando dos Quatro (PT-PCdoB-PSTU-Psol), na tentativa de se livrar dos inúmeros escândalos de corrupção nos quais esteve envolvida a direção dos Correios nos últimos anos.
A direção da ECT esteve disposta a “segurar” 28 dias de greve, que segundo informações da própria empresa teriam dado um prejuízo de 120 milhões, para não aumentar em 30 reais o salário da categoria. A proposta final de aumento aprovada no TST foi de 80 reais e a primeira proposta da empresa entes da greve era de 50 reais. Tudo isso apenas para não aumentar o salário do trabalhador.
Trata-se de uma política bem definida. Para os salários dos trabalhadores a empresa não vai ceder, justamente para usar o dinheiro para todo tipo de politicagem com os recursos produzidos pelos trabalhadores.
Não há nenhuma disposição pra aumentar o salário, mas toda disposição possível para montar esquema de desvio de verba da empresa em conluio com a direção majoritária da Fentect.
O salário é a única segurança do trabalhador
Para colocar em marcha esse esquema de “Caixa 2”, a empresa explora uma necessidade vital do trabalhador. A categoria gasta boa parte do seu salário com remédios. A necessidade de adquirir medicamentos é essencial para o trabalhador assim como é o convênio médico.
No entanto, a empresa explora esta necessidade vital, para distribuir uma esmola ao trabalhador e desviar o grosso da verba, que é produzida pela categoria, para o Caixa 2, que será usado nos próximos meses para financiar as eleições municipais.
Trata-se de uma política sádica da empresa, que se aproveitar da miséria e de necessidades vitais dos trabalhadores para tirar vantagem para montar esquemas escusos voltados a garantir as eleições de políticos que atuam contra os interesses dos trabalhadores.
- Incorporação do vale-drogaria ao salário;
No entanto, a empresa explora esta necessidade vital, para distribuir uma esmola ao trabalhador e desviar o grosso da verba, que é produzida pela categoria, para o Caixa 2, que será usado nos próximos meses para financiar as eleições municipais.
Trata-se de uma política sádica da empresa, que se aproveitar da miséria e de necessidades vitais dos trabalhadores para tirar vantagem para montar esquemas escusos voltados a garantir as eleições de políticos que atuam contra os interesses dos trabalhadores.
- Incorporação do vale-drogaria ao salário;
Trabalhadores continuam sendo convocados aos domingos
A gerência está convocando os grevistas para compensar as horas aos domingos, mesmo sem nenhuma demanda e passando por cima do próprio acordo
Os trabalhadores dos Correios do turno da noite do CTE Saúde (Centro de Tratamento de Encomendas), na região sul de São Paulo denunciam que a gerência continua convocando os grevistas para compensar as horas de greve aos domingos.
Mal passaram as festas de fim de ano e a chefia já foi orientada a entregar uma convocação aos trabalhadores grevistas. Desde o final da greve, a gerência convocou em todas as oportunidades os trabalhadores, inclusive nos feriados para aqueles que já trabalham aos domingos.
Essa situação se repete em todos os setores, mas no caso do turno da noite, existe um agravante: a compensação é feita aos domingos à noite, o que significa que os trabalhadores compensam as horas na madrugada de segunda-feira, da meia noite até as 7h da manhã. Essa situação descumpre a própria decisão presente no acordo do TST, que a própria direção da ECT (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos) se comprometeu a cumprir, de que a compensação deverá ser feita somente aos finais de semana, preferencialmente aos sábados.
Mal passaram as festas de fim de ano e a chefia já foi orientada a entregar uma convocação aos trabalhadores grevistas. Desde o final da greve, a gerência convocou em todas as oportunidades os trabalhadores, inclusive nos feriados para aqueles que já trabalham aos domingos.
Essa situação se repete em todos os setores, mas no caso do turno da noite, existe um agravante: a compensação é feita aos domingos à noite, o que significa que os trabalhadores compensam as horas na madrugada de segunda-feira, da meia noite até as 7h da manhã. Essa situação descumpre a própria decisão presente no acordo do TST, que a própria direção da ECT (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos) se comprometeu a cumprir, de que a compensação deverá ser feita somente aos finais de semana, preferencialmente aos sábados.
Apenas para intimidar os grevistas
A gerência do CTE Saúde, no entanto, insiste em ignorar estas determinações. O objetivo é claro: intimidar os trabalhadores grevistas. A intimidação fica ainda mais clara pois todo mundo no setor percebe que não há nenhuma demanda de serviço para o efetivo completo no domingo.
Cada vez que a convocação é passada, a chefia faz questão de pressionar os funcionários. Alguns chefes chegam a mentir, divulgando informações falsas de que no “próximo mês” serão descontadas as horas daqueles que estão se recusando a comparecer à compensação, todo mês é a mesma história, sendo que todo mundo sabe que não há nenhuma resolução sobre o tema.
As retaliações no CTE Saúde têm um motivo claro: o setor teve uma das maiores adesões à greve. Apesar da pressão e intimidação, a maioria dos trabalhadores do setor continua se recusando a assinar a convocação e faz muito bem.
Os trabalhadores dos Correios devem continuar resistindo às pressões da chefias, que agem a mando da direção da ECT e não aceitar as retaliações aos grevistas.
Cada vez que a convocação é passada, a chefia faz questão de pressionar os funcionários. Alguns chefes chegam a mentir, divulgando informações falsas de que no “próximo mês” serão descontadas as horas daqueles que estão se recusando a comparecer à compensação, todo mês é a mesma história, sendo que todo mundo sabe que não há nenhuma resolução sobre o tema.
As retaliações no CTE Saúde têm um motivo claro: o setor teve uma das maiores adesões à greve. Apesar da pressão e intimidação, a maioria dos trabalhadores do setor continua se recusando a assinar a convocação e faz muito bem.
Os trabalhadores dos Correios devem continuar resistindo às pressões da chefias, que agem a mando da direção da ECT e não aceitar as retaliações aos grevistas.
AC Savassi: reforma tem que ser feita sem a presença dos trabalhadores
Os atendentes comerciais da AC Savassi em Belo Horizonte estão sendo obrigados a trabalhar em um ambiente totalmente insalubre em meio a uma reforma interminável e à pressão da chefia para que sejam batidas as metas da unidade
Virou motivo de piada as reformas realizadas em unidades de agências de Correios em vários lugares de Minas Gerais. Os trabalhadores da AC Savassi estão passando ou melhor sofrendo com uma reforma interminável. Ao andar pelo ambiente do salão de atendimento onde ficam os caixas e os clientes externos já podemos perceber fios expostos, material de construção espalhado por todos os lados, além da poeira que está em todo lugar que se encosta. que É insuportável e causa um enorme prejuízo a saúde tanto dos atendentes quando dos clientes.
Os relatos dos trabalhadores dos setor e o visual espanta qualquer um que visite a AC Savassi, pois não se sabe a que horas pode desprender um pedaço do teto e cair na cabeça de alguém, como já aconteceu de cair em uma mesa de atendimento no caixa e felizmente não feriu nenhum trabalhador ou cliente.
As fotos que foram tiradas do salão principal e da parte interna que o cliente não tem acesso mostram o nível de absurdo que os trabalhadores estão sendo submetidos. A área interna está pior que o salão principal, nesta parte os trabalhadores são obrigados a fazerem suas refeições em um ambiente cheio de sujeira de construção, enxadas, pás, sacos de cimento e todo tipo de fiação exposta o que coloca claramente em risco a saúde e a própria vida dos trabalhadores deste setor. As perguntas são claras: onde está a segurança do trabalho? onde está a Cipa? onde está a ECT?
Empresa queria esconder ilegalidades na agência
Não por acaso o supervisor e o gerente da unidade Marlucio Salviano já havia cancelado uma reunião do Sindicato e queriam cancelar a outra. A desculpa era que não teria lugar para se reunir. Na verdade o objetivo era esconder a reforma e a situação totalmente adversa a que os trabalhadores estão sofrendo no setor.
O SINTECT-MG esteve no setor e verificou o abuso de manter um trabalhador nestas condições. Diga-se de passagem que esta é uma das agências que mais dá lucro para o Correio de Minas Gerais , portanto os trabalhadores que são responsáveis por todo este lucro deveriam ser tratados com um mínimo de respeito pela empresa.
Como se já não bastasse toda exploração através do banco postal os trabalhadores ainda tem que ficar aguentando este tipo de situação. Exigimos que sejam tomadas providências imediatas a respeito da reforma na AC Savassi e que a ECT tenha mais respeito com quem é responsável pelo lucro desta Empresa. Se a reforma não for terminada imediatamente, no esquema de reforma intensiva no final de semana, quando os trabalhadores não estiverem presentes, o sindicato vai exigir que os atendentes fiquem dispensados do trabalho, com o fechamento da agência até que a reforma termine.
O SINTECT-MG está observando de perto todos os detalhes dos problemas que envolvem todos os trabalhadores e pedimos a todos os atendentes comerciais das diversas AC's que enviem denuncias para o Sindicato para que possamos reivindicar melhores condições de trabalho e dar um fim a toda exploração dentro das agências do Correios.
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Elementos da oposição Patronal PC do B/CTB tentam agredir diretor do SINTECT-MG
O companheiro Dejair, diretor do Sintect-MG, encontrava-se na porta do Complexo Operacional para realizar o seu trabalho de informar os trabalhadores sobre os problemas da categoria quando foi vítima de provocação de dois elementos da oposicão patronal ligada ao PcdoB, Washington Costa, conhecido como Washington Lelé, e Édson Bié. Tentando impedir que o companheiro conversasse com os trabalhadores, os dois elementos agrediram verbalmente o companheiro para provocar um enfrentamento e depois partiram para a agressão, como já ocorreu diversas vezes no passado, com um deles tentando atingir o companheiro pelas costas.
Como se já não bastasse estes elementos do PC do B/CTB venderem toda a categoria na última greve em conluio com o governo federal através do golpe do TST para que os ecetistas não ganhassem nenhum tipo de aumento salarial e que junto com os sanguessugas do PT acabaram com uma das maiores greves de toda história da categoria, vêm agora tentar agredir de forma covarde (dois contra um) o companheiro Dejair na porta de seu setor de trabalho.
Na tentativa de agressão os dois elementos contra um dos diretores do SINTECT-MG se deram mal, pois depois do ataque traiçoeiro por trás feito por um dos elementos o companheiro Dejair se defendeu e depois da confusão saiu do local para garantir sua integridade física. Felizmente, o companheiro soube se defender sozinho contra dois e não sofreu maiores danos, chegando inclusive a atingir os agressores.
Este é um caso preocupante pois não é a primeira vez que elementos deste grupelho financiado pela Empresa tentam agredir companheiros do SINTECT-MG e da Corrente Ecetistas em Luta, visto o caso da facada desferida por outro elemento deste grupelho de deliquentes políticos.
Se estão tentando intimidar os diretores do SINTECT-MG que lutam pelos direitos dos trabalhadores através de atos de violência, avisamos desde já que não serão bem sucedidos, que os trabalhadores dos correios estão atentatos e não permitirião que a nossa luta seja impedida por meio da violência física..
Chega destes protegidos do PC do B/CTB que fazem acordos espúrios as costas dos trabalhadores para receberem benefícios e cargos na ECT. Não vamos aceitar que nenhum tipo de sanguessuga que está de olho em cargo de chefia na ECT venha tratar com desrespeito e violência os diretores deste Sindicato e nem os trabalhadores desta base.
Alertamos os trabalhadores para que não se deixem intimidar pela violência destes elementos e que serão enfrentados e derrotados através da unidade da categoria que saberá responder à altura como fez na greve do ano passado aos ataques da da direcão da empresa, a servico de quem estão os deliquentes.
Presidente dos Correios usa greve para justificar o caixa 2
Wagner Pinheiro do PT afirmou que o lucro da empresa foi menor... por culpa da greve
No final do ano, o presidente dos Correios, Wagner Pinheiro, afirmou à Agência Estado que a empresa teria perdido R$ 120 milhões por conta da greve.
A direção petista da ECT não poupou nem as festas de fim de ano para atacar os grevistas.
Wagner Pinheiro fez o que a direção da empresa faz todos os anos: apresentar, praticamente, o mesmo balanço financeiro sem nenhuma documentação que comprove os valores.
Segundo ele, a ECT (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos) poderia ter lucrado R$ 1 bilhão e 2011 e vai lucrar “apenas” R$ 880 milhões. Não por coincidência, em 2010 o lucro líquido da empresa não foi muito diferente disso: segundo dados também duvidosos teria sido de R$ 827 milhões. É muito importante lembrar que em 2010 não houve sequer campanha salarial, após o acordo bianual assinado por PT e PCdoB.
Usando a greve para legalizar o caixa 2
Fica bem claro que o balanço apresentado não passa de manipulação política pura e simples para atacar os trabalhadores e a greve, usando a mobilização para justificar o tradicional esvaziamento dos recursos da empresa para o famoso caixa 2. Todo ano os petistas têm uma desculpa triste para apresentar baixos lucros na empresa, apesar de todo mundo saber que a empresa cresce e cada vez o lucro é maior.
Seguindo a esteira dos balanços fraudulentos a empresa também depositou uma PLR miserável que consegue ser menor do que o ano passado.
Em todos os casos, durante as discussões da PLR a empresa se recusa a apresentar documentos detalhados sobre o faturamento e o lucro dos Correios.
- - Abertura das contas da empresa aos trabalhadores.
- Não à caixa preta petista dentro da ECT;
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