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quinta-feira, 12 de abril de 2012

Diretoria regional dos Correios, dominada pelo PT quer impedir congresso dos trabalhadores mineiros


O diretor da DR-MG José Pedro de Amengol Filho, do PT, quer impedir a realização do congresso dos trabalhadores.


A diretoria regional dos Correios de Minas Gerais, controlada pelo Partido dos Trabalhadores, quer impedir a realização dos XIII Cortect-MG convocando os ecetistas de maneira ilegal e contra a convenção coletiva para trabalhar nos dias 14 e 15 de abril, sabado e domingo, data do congresso.

A diretoria regional dos Correios de Minas Gerais, que se encontra nas mãos do PT, quer impedir de qualquer maneira a realização e participação dos trabalhadores mineiros. O PT utiliza a maneira mais sorrateira possível convocando os trabalhadores e delegados eleitos nos setores a trabalharem no sábado e domingo, data de realização do XIII Cortect-MG (Congresso Regional dos Trabalhadores Ecetistas de Minas Gerais).
O PT mostra que aprendeu muitas coisas como os militares e os corruptos partidos patronais, impedindo até mesmo a participação dos trabalhadores nas atividades sindicais, em particular no congresso de trabalhadores.
A decisão do PT é um ataque direto ao Congresso dos trabalhadores, atacando diretamente a organização dos trabalhadores e seus espaços de deliberação e discussão.
O que o PT quer é transformar os trabalhadores em escravos, pois é isso que o ecetista se transformou porque não pode mais ter o direito de participar dos congressos e no sindicato. Decisão que vai contra o que está no acordo coletivo negociado com a direção da ECT nas campanhas salariais, revelando que os acordos coletivos somente são utilizados quando é de interesse da direção da empresa em atacar os trabalhadores.
Os trabalhadores não devem aceitar mais esta imposição da ditadura do PT, pois são medidas totalmente ilegais, antidemocrática e vista somente nos tempos obscuros da ditadura militar em que os trabalhadores eram impedidos de se organizar e perseguidos por este motivo. O PT está tomando as mesmas práticas da ditadura militar e impedindo qualquer organização dos trabalhadores.
Tem que ficar claro para o trabalhador que os responsáveis pela convocação dos ecetistas para trabalhar no fim de semana é o PT, que controla a direção regional de Minas Gerais (DR-MG) e está impedindo a participação dos ecetistas no congresso.
O PT faz isso porque não possui nenhum apoio na base da categoria, tanto é assim que organiza oposições formadas por chefes e capachos para eleger delegados e tentar tomar o sindicato e a federação dos trabalhadores. Conforme foi visto na assembleia em Campinas e foi duramente criticado pela categoria.
Esta atitude deve ser repudiada e os ecetistas devem garantir o seu direito de organização de qualquer maneira.

- Todos ao XIII Cortect
- Não à ditadura do PT na ECT

Oposição Ecetistas em Luta elege maioria de delegados em Uberaba-MG e derrota manobra do PT/MRL


O resultado das eleições em Campinas-SP e agora em Uberaba, onde a oposição enfrentou e venceu os pelegos neutralizando a manobra destes com a empresa, tem demonstrado a crise da burocracia e o caminho a ser seguido a nível nacional em todos os sindicatos: é hora de derrubar a burocracia!

No dia 29 de março foi realizada na sede do Sintect-Ura (Sindicato dos Trabalhadores dos Correios de Uberaba), interior de Minas Gerais, a assembleia para eleição de delegados do XI Contect - Congresso da Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios.
O plano da burocracia de eleger todos os diretores sindicais e impedir a participação da oposição e dos trabalhadores foi completamente arruinado. Dos cinco delegados eleitos, três deles, incluindo uma trabalhadora, foram eleitos pela oposição Ecetistas em Luta..
O procedimento e a forma da eleição seguiu a tradicional “escolinha” golpista da burocracia sindical pelega. A assembleia foi convocada quase às escondidas dentro de um escritório pela diretoria do sindicato; o horário, as 18h, era para inviabilizar a participação ampla dos trabalhadores; vários ecetistas foram barrados com a desculpa de já ter ocorrido o pleito e a eleição acabou em menos de uma hora para evitar uma derrota ainda maior da burocracia, ou seja, embora contando com o apoio da empresa, usando de várias manobras e expedientes políticos, o resultado da eleição foi extremamente desfavóravel à burocracia sindical (PT-MRL), abrindo caminho para a oposição.
A derrota só não foi ainda pior pois, os diretores do sindicato, Antônio Tiveron e Mendes, depois de conspirarem com o advogado do sindicato, passando por cima do estatuto, fizeram um acordo de bastidores para eleger um observador que não estava na assembleia!

Manobra do PT com os chefes é derrotada novamente

Assim como na eleição de delegados em Campinas, interior de São Paulo, onde a burocracia também foi derrotada, os sindicalistas vendidos do PT tentaram, sem sucesso, aplicar a mesma manobra criminosa contra os ecetistas, articulando um grupo de chefes para votar nos diretores do sindicato. Uma manobra que revela a total decomposição política desse grupo, completamente esvaziado e odiado pela categoria depois de tantas traições, sem qualquer apoio de base, são obrigados a recorrer diretamente aos patrões e ao aparelho da empresa para tentar conseguir vencer uma eleição.
Em Uberaba, o plano foi embasado diretamente pelo velho pelego do MRL(PT), Mendes, que mantêm uma ditadura de decádas no sindicato (garantida por aumento de mandatos inconcebíveis, transferência da sede do sindicato para cidade onde uma minoria da categoria trabalha etc), apoiado pela empresa e elogiado pelos patrões, . Nunca é demais lembrar que vários membros do MRL, companheiros de Mendes, receberam cargos na empresa em troca da traição à categoria e hoje são chefes, como é o caso de Nilson, expresidente do Sintcom-PR e ex diretor da Fentect, Sandra, ex-diretora do Sindicato de Goiás, uma das principais lideranças do MRL, há anos.
Na última greve, o peleguismo patronal  da diretoria do Sintect-URA chegou ao extremo de ser o último sindicato a ingressar na mobilização, sabotando o movimento e postergando ao máximo a deflagração da greve que só ocorreu depois de muita pressão da base.
<i1>Querem que os chefes controlem o sindicato
<t1>A manobra dos sindicalistas de permitir que os patrões tomem de assalto os sindicatos é uma das maiores agressões que a burguesia, o Estado capitalista e seus agentes podem infligir à organização dos trabalhadores, pois implica diretamente na sua própria liquidação, portanto, essa política é um ataque sem precedentes à categoria dos Correios e deve ser energicamente combatida até as últimas consquências, com todos os meios possíveis para defender a organização independente dos trabalhadores.

Qual o caminho para derrubar a burocracia?

As eleições em Campinas e Uberaba onde a burocracia sindical foi derrotada pela oposição Ecetistas em Luta-PCO e os setores combativos dos trabalhadores, devem servir como um exemplo a ser reproduzido em todos os outros estados e sindicatos da federação.
A burocracia não tem apoio, está isolada, extremamente debilitada, rachada, como se pode verificar na enorme crise em torno da realização da congresso da Fentect, em que o PCdoB não irá participar, retirando os sindicatos de São Paulo e Rio de Janeiro.
É a crise terminal da burocracia dos Correios como tal, ou seja, um aglomerado de grupos e burocratas sindicais que se apoiam de um lado na direção da empresa, nos chefes, e de outro exploram a ilusão de um setor dos trabalhadores.
A tarefefa agora é organizar amplamente a oposição nacional, agrupar todos os setores combativos, derrotar o divisionismo do PSTU/Conlutas e a federação de anã, e derrubar definitivamente o que restou da burocracia sindical para levar a frente a luta contra os ataques da empresa, do governo e contra a privatização.

Derrotar os traidores, eleger delegados de Ecetistas em Luta, da base da categoria


Fora os “Judas” da direção da Federação, que traem a categoria por cargos e vantagens pessoais, por uma nova direção comprometida com os interesses da categoria

Em todo o País estão sendo realizadas as assembléias dos sindicatos dos trabalhadores dos Correios para eleger os delegados para o Congresso Nacional dos Trabalhadores dos Correios, a ser realizado em junho próximo.
O congresso vai votar a pauta e a organização da próxima campanha salarial e eleger a nova direção da Fentect.
A burocracia que dirige a federação está metida em uma enorme crise, diante da enorme revolta da categoria contra a traição da última greve. Os trabalhadores não agüentam mais na direção de suas lutas, “sindicalistas-judas” que se vendem para a empresa e que aceitam os acordos que foram rejeitados pelas assembléias dos trabalhadores, como aconteceu na greve de 2011, quando a maioria da direção da Fentect e do Comando de Negociação, e as diretorias dos sindicatos dominadas pelo Bando dos Quatro (PT-PCdoB-PSTU-Psol) decidiram a volta ao trabalho, na imensa maioria dos casos, sem sequer realizar assembléia para que os trabalhadores decidissem ou quando fizeram, eram assembleias pró-forma, uma vez que a decisão já havia sido tomada nos bastidores.
Diante da revolta dos trabalhadores os “ratos” da burocracia, já começaram a abandonar o barco. Os pelegos do PCdoB (aliados do PT na direção da Fentect) que dirigem os maiores sindicatos do País (SP e RJ) anunciaram que não vão ao Congresso.
Estão com medo de fazer assembléias porque sabem que vão ser derrotados pelos trabalhadores e começaram a tramar um plano de criar uma nova federação, para enfraquecer a luta da categoria e dar uma força para a direção da ECT e para os abutres capitalistas que querem privatizar a empresa.
A turma do PT, por sua vez, montou uma operação para tentar ganhar assembléias levando chefes e seus “peixinhos” (fura-greves e outros) para as assembléias, para ver se conseguem manter o controle da federação e, desta forma, aplicar novos golpes contra os ecetistas.
Percebendo esta armação, trabalhadores de todo o País estão se mobilizando, denunciando a tentativa de eleger delegados ligados à direção da empresa pelo PT e formando chapas de trabalhadores, de oposição, de Ecetistas em Luta para defender os interesses dos trabalhadores no Contect e lutar por uma nova direção para as nossas lutas.
Aqui no Espírito Santo, a diretoria do PT, amiga dos chefes e dos burocratas que dominam a Fentect  - como Cantuara e Talibã, que aceitaram acordos contra nossa categoria – não vem divulgando a assembléia para eleição dos delegados (que tem que ser realizada até o dia 23/04). Querem fazer tudo às escondidas com o apoio dos chefes do PT.
É preciso seguir o exemplo dos companheiros de Campinas, onde em uma grande assembléia, foi desmascarada a tentativa de golpe dos chefes do PT que foram para a reunião dos trabalhadores e foi eleita uma chapa de trabalhadores de oposição à política patronal do PT e PCdoB na categoria.
Chamamos os trabalhadores do Espírito Santo a seguir o exemplo de Campinas, dos companheiros de Uberaba e de tantas outras assembléias de todo o País que estão derrotando o golpe do PT e elegendo trabalhadores, da base da categoria, de oposição, de Ecetistas em Luta, para ir lutar no Contect pelas reivindicações da categoria e por uma nova direção para a Fentect.
Trabalhador, compareça às assembléias. Fique de olho. Não vamos aceitar goles dos chefes. O sindicato é dos trabalhadores e são eles que devem votar e eleger seus representantes.
Discuta com seus companheiros de trabalho, vamos eleger trabalhadores da base da categoria, da oposição Ecetistas em Luta, pra derrotar os traidores e eleger uma direção dos trabalhadores.

Diretoria do PT quer mudar Estatuto sem discussão na categoria, como se fossem donos do Sindicato


A diretoria do PT do Sintect-ES, merecedora de inúmeros elogios do Diretor Regional e de todas as chefias empenhadas em  impor todo tipo de golpe contra a categoria, está aprontando mais uma armação contra os trabalhadores.
Sem qualquer discussão na base da categoria, sem divulgar uma única proposta para ser debatida pelos trabalhadores que são os verdadeiros donos do Sindicato, estão convocando à toque de caixa uma “assembléia” para mudar os estatutos do Sintect-ES.
Nos bastidores comenta-se que pretende adotar medidas de restrição do poder de participação e decisão dos trabalhadores no Sindicato, ou seja, impor um controle ditatorial da turma do PT, sobre o Sindicato, diante da profunda revolta que a atual direção vem provocando nos trabalhadores diante da sua política de colaboração com as medidas de escravização que a empresa impôs nos últimos meses, como o SAP, as dobras, o trabalhos nos fins de semana.
Estas questões, que dizem respeito ao interesse dos trabalhadores, os “queridinhos da direção regional” não querem discutir. Querem mudar os Estatutos para defender seus próprios interesses contra os interesses dos trabalhadores.

Defendem o pagamento das horas da última greve

No mesmo boletim em que publicaram o Edital de convocação da assembléia, deixam claro o compromisso da atual diretoria com os patrões. Lá publicam uma “orientação” aos trabalhadores defendendo o criminoso regime de compensação imposto pela empresa, orientando os trabalhadores a aceitarem as convocações para trabalharem nos fins de semana ou aceitarem os descontos dos que não trabalharem, desde que a empresa apresente “planilha atualizada de compensação”.
A própria diretoria afirma em sue boletim que muitos trabalhadores vem sofrendo descontos indevidos há vários meses; mas deixa claro que não vai fazer nada diante da situação, informando apenas que encaminhou a situação para a burocracia da Fentect (a turma do “Talibã” e Cia. que aceitaram o acordo do TST rejeitado pelas assembléias da nossa categoria em todo o País). E deixando de lado a obrigação do Sindicato que é defender o trabalhador,  “orientam” o trabalhador a se “virar” sozinho e se submeterem a vontade dos chefes, desde que estes apresentem “planilhas atualizadas”. Ou seja, a direção do sindicato, como Pilatos, lava suas mãos e deixa à categoria à própria sorte. Fica claro porque recebem tantos elogios da direção regional e dos chefes.
“Unha e carne” com a direção da ECT, a burocracia do PT não crítica o SAP, não chama a organizar nenhuma luta e tampouco a discutir as propostas da categoria para a próxima campanha salarial, que vai ser debatida no Congresso nacional da categoria. Quer apenas garantir o seu. Mudar os estatutos para dominar o Sindicato, como se este fosse sua propriedade.
Chamamos a categoria a rejeitar este golpe.
Vamos exigir que qualquer mudança estatutária só seja votada e implementada após um amplo processo de discussão na categoria, no qual todas as propostas de alteração sejam publicadas para serem apresentadas a todos os trabalhadores e debatidas em seus locais de trabalho e em uma assembléia da categoria amplamente convocada.
O Sindicato é dos trabalhadores. Abaixo o golpe de mudar os estatutos, sem o conhecimento e debate da categoria.
Abaixo a ditadura dos “queridinhos” do diretor regional no Sintect-ES. Anulação das “eleições” legalizadas pelo juiz da ECT.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Jetons colocam rendimentos de 13 ministros acima do teto

Enquanto os trabalhadores dos Correios estão sendo explorados e ganhando uma miséria de salário, os burocratas responsáveis pela privatização da ECT e pela péssima condições de trabalho e salário ganham salários muito altos. Veja a do Ministro das Comunicações Paulo Bernardo:




O Ministro petista das Comunicações e conselheiro da ECT, Paulo Bernardo acumula salários que chegam a R$ 32,6 mil.


Matéria retirada do TN On line (tnonline.com.br)

Jetons colocam rendimentos de 13 ministros acima do teto

Integrantes da Esplanada chegam a receber R$ 19,4 mil para participar de conselhos de empresas públicas

Artifício largamente empregado em governos passados para proporcionar uma remuneração de mercado a integrantes do primeiro escalão da Esplanada dos Ministérios, os conselhos de administração e fiscal de estatais e empresas públicas continuam a ser usados para turbinar os salários de ministros. Um terço dos 38 titulares de ministérios integra hoje uma elite do funcionalismo com supersalários que ultrapassam o teto salarial de R$ 26.723,15. São 13 ministros que engordam seus rendimentos com jetons por participação em conselhos de empresas.


O campeão é o titular da Defesa, Celso Amorim, que acumula seu salário com o pró-labore de R$ 19,4 mil pagos pela participação no Conselho de Administração da Itaipu Binacional. São R$ 46,1 mil mensais brutos de remuneração.

No comando da área econômica do governo, os ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Planejamento, Miriam Belchior, estão empatados na segunda posição do ranking dos mais bem pagos da Esplanada, com renda mensal bruta de R$ 41,5 mil. Ambos são conselheiros da Petrobras e da BR Distribuidora, com jetons que alcançam quase R$ 15 mil mensais.


O ministro Fernando Pi­­mentel (Desenvolvimento, Indústria e Comércio) engorda o salário com jetons de dois conselhos: é presidente do Conselho de Administração do Banco Nacional de De­­­senvolvimento Econômico e Social (BNDES), onde ganha R$ 6 mil mensais brutos, e integra também o BNDESPar, recebendo R$ 5,3 mil.

Braço direito de Dilma, Pimentel usufrui de R$ 38,1 mil por mês de renda. O vencimento do ministro da Ciência e Tecnologia é inferior ao do advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, que acumula o salário de ministro com os jetons de duas empresas: BrasilPrev e BrasilCap, chegando a ganhar R$ 38,7 mil mensais.

O pagamento de jetons por estatais ou empresas públicas aumenta a renda de mais oito ministros. A maioria deles participa de conselhos que têm relação com as respectivas pastas. Como o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, que integra dos conselhos da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) e da Finep, elevando sua renda mensal bruta para R$ 32,6 mil (Grifo nosso).



Ex-ministros


Alguns ex-integrantes do governo também recebem jetons. É o caso do ex-ministro do Trabalho e Emprego Carlos Lupi (PDT). Mesmo depois de ser demitido pelo governo por denúncias de irregularidades no ministério, Lupi continua desfrutando de pró-labore no valor de R$ 6 mil por participar de reuniões do Conselho de Administração do BNDES.

Ministro da Ciência e Tecnologia no primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o vice-presidente do PSB, Roberto Amaral, recebe R$ 25 mil pelo trabalho de conselheiro. Além de participar do Conselho do BNDES, ele também integra o Conselho de Administração da Itaipu Binacional.


Além de ex-ministros, ex-governadores também são contemplados com participação em conselhos de em­­presas públicas. Essa é a situação do ex-governador Orlando Pessuti. Em junho do ano passado, o PMDB emplacou Pessuti no conselho de Administração do BNDES. A nomeação seria um prêmio dado pelo governo federal para compensar Pessuti que desistiu, em 2010, de concorrer à reeleição para tornar viável a aliança de PMDB e PT para apoiar a candidatura de Osmar Dias (PDT).