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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Derrotar a nova investida dos capitalistas pelo fim do Monopólio Postal
Privatização: Na imprensa e no Congresso volta a ser
discutida a exclusividade do serviço postal pelos Correios. É a volta da
campanha pela privatização da ECT
2 de janeiro de 2013
Uma polêmica envolvendo a entrega de passaportes está pautando a imprensa sobre o “monopólio postal dos correios”.
Consulados norte-americanos e canadenses estariam devolvendo passaportes a quem solicitou vistos por empresas privadas, multinacionais que atuam no Brasil, sem passar pelos Correios. O que contraria a lei 6.538/78. Para ser enquadrado na lei o objeto precisa integrar o monopólio.
Encomendas nunca foram parte dessa exclusividade. Aberto à concorrência. A verdade é que estão usando essa questão dos passaportes para retomar a campanha pelo fim do monopólio postal.
Uma demonstração disso foi uma audiência que aconteceu em Brasília, na Câmara dos Deputados, cujo debate entre parlamentares, advogados, o presidente da ECT e representante da Fentect se concentrou nesse mesmo debate, a questão do monopólio estatal. Apesar de o tema ser, “O papel e a atuação dos Correios no atual cenário de mudanças tecnológicas”.
Convocada pelos deputados tucanos Eduardo Azeredo, Deputado Arolde de Oliveira, a audiência girou em torno da posição apresentada pelo ex-ministro do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) Edson Carvalho Vidigal de quebrar o monopólio postal.
Além do ex-ministro que estava na audiência para representar os interesses dos tubarões do mercado postal, participaram o presidente da ECT, Wagner Pinheiro, e Edson Dorta Silva, Secretário-geral da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect), da Corrente Sindical Nacional Ecetistas em Luta.
A audiência foi claramente convocada para pautar o tema no Congresso. Além de Vidigal, os parlamentares privatistas defenderam que o modelo postal dos EUA é o ideal. Ou seja, os Correios não teriam que ser públicos, e seus serviços deveriam ir para as mãos da Fedex, DHL... Grandes donas do mercado norte-americano.
A retomada do tema pela imprensa burguesa mostra a necessidade de pautar o assunto a partir do ponto de vista dos trabalhadores e da população brasileira.
A ECT é uma empresa em franca expansão, que emprega mais de 118 mil trabalhadores e desempenha uma função fundamental que vai muito além da entrega de correspondência ou encomenda, mas é parte fundamental das comunicações e integração nacional.
Além de sua contribuição e papel social, sendo uma empresa pública, seu lucro deve possibilitar melhores salários, condições de trabalho e garantias aos empregados, um serviço de qualidade e eficiente, e ainda um retorno financeiro para a sociedade, uma vez que os Correios repassam parte significativa de seus lucros para o governo federal.
O fim do monopólio é a privatização da ECT, é acabar com o patrimônio que hoje os Correios representam para atender aos interesses dos tubarões do mercado internacional. Apenas isso.
Para os mais de 500 mil brasileiros, envolvendo trabalhadores e familiares, que estão diretamente ligados aos Correios, e para toda a população brasileira, essa decisão traria um enorme prejuízo, a exemplo do que foi a privatização das telecomunicações, Petrobras...
Em 2009 quando o monopólio foi tema de ação no Supremo Tribunal Federal uma grande campanha foi realizada. Para derrotar mais essa tentativa de privatização, é necessário fortalecer as oposições sindicais, realizar uma campanha nacional, fortalecer a ECT como empresa pública pelo controle das empresas estatais pelos próprios trabalhadores.
ECT não fornece água nos setores e leva trabalhadores à exaustão
Brasília: Em pleno verão com temperaturas acima de 35°
falta água no setor operacional e chefia propõe “vaquinha”!
2 de janeiro de 2013
2 de janeiro de 2013
Trabalhadores do maior setor operacional dos
Correios no Distrito Federal, que reúne CEE, CDD, CTE e Agência, denunciam que a
ECT não tem fornecido água para a categoria no local.
Os trabalhadores de pelo menos três desses setores reclamaram para a chefia a falta de galões de água nos setores, contudo, os chefes não tomaram nenhuma providência e ainda recomendaram que os trabalhadores fizessem uma “vaquinha” para comprar água!
Este período é um dos mais quentes e realizar o trabalho sem ter acesso à água é não fornecer ao trabalhador os meios adequados para a realização de seu serviço, além de colocar em risco a saúde de todos os trabalhadores.
A ECT mostra, mais uma vez, sua disposição em levar os trabalhadores à exaustão, e quando algum trabalhador mostra um atestado de saúde é capaz de levar uma SID, além de ser perseguido pelos chefes.
O sucateamento dos Correios é cada vez mais profundo em todos os setores de trabalho em nível nacional. No Distrito Federal a cara de pau dos chefes é tamanha para propor “vaquinhas” que servem para comprar luvas, café, liguinhas, e todo material que deveria ser fornecido obrigatoriamente pela empresa. Mas faltar água já é o cúmulo do absurdo, e propor vaquinha para isso beira o ridículo.
A empresa não muda o horário da entrega, nega garantir a entrega pela manhã, aumenta as chances de doenças ocupacionais, oferece protetor solar de péssima qualidade, o que também obriga muitos trabalhadores a comprar do próprio bolso produto de qualidade, e agora recusa até mesmo água.
Na insistência da empresa em não fornecer materiais básicos os trabalhadores devem parar o serviço até que o problema seja resolvido pela ECT.
Os trabalhadores de pelo menos três desses setores reclamaram para a chefia a falta de galões de água nos setores, contudo, os chefes não tomaram nenhuma providência e ainda recomendaram que os trabalhadores fizessem uma “vaquinha” para comprar água!
Este período é um dos mais quentes e realizar o trabalho sem ter acesso à água é não fornecer ao trabalhador os meios adequados para a realização de seu serviço, além de colocar em risco a saúde de todos os trabalhadores.
A ECT mostra, mais uma vez, sua disposição em levar os trabalhadores à exaustão, e quando algum trabalhador mostra um atestado de saúde é capaz de levar uma SID, além de ser perseguido pelos chefes.
O sucateamento dos Correios é cada vez mais profundo em todos os setores de trabalho em nível nacional. No Distrito Federal a cara de pau dos chefes é tamanha para propor “vaquinhas” que servem para comprar luvas, café, liguinhas, e todo material que deveria ser fornecido obrigatoriamente pela empresa. Mas faltar água já é o cúmulo do absurdo, e propor vaquinha para isso beira o ridículo.
A empresa não muda o horário da entrega, nega garantir a entrega pela manhã, aumenta as chances de doenças ocupacionais, oferece protetor solar de péssima qualidade, o que também obriga muitos trabalhadores a comprar do próprio bolso produto de qualidade, e agora recusa até mesmo água.
Na insistência da empresa em não fornecer materiais básicos os trabalhadores devem parar o serviço até que o problema seja resolvido pela ECT.
Nos Correios, deficiente é obrigado a “trabalhar como qualquer um”
Denúncia: Nem mesmo os concursados que por lei
precisam ter atividade laboral compatível com sua deficiência estão imunes à
superxploração imposta pela ditadura das chefias 
Nem a lei parece ser suficiente para barrar a
exploração dentro dos Correios.
Apesar de reservar vagas no concurso público para pessoas com deficiência a empresa não oferece as condições nem qualquer tipo de acompanhamento para adequar as atividades ao concursado.
Em Brasília o chefe lambe botas da direção da empresa chegou ao extremo de dizer a um concursado, aprovado em vaga específica e cujo atestado de deficiência foi aprovado pela ECT que ele “tem que trabalhar como qualquer um”.
A paralisia do sindicato diante desses acontecimentos é criminosa. E certamente essa não é uma realidade apenas do Distrito Federal, deve estar se repetindo em todo o país.
Uma pessoa com dificuldade de locomoção, a atividade de carteiro não pode simplesmente ser desempenhada como um “trabalhador normal”.
A empresa realizou o concurso como mera formalidade sem criar as condições para que esses ecetistas desempenhem suas funções da melhor maneira possível. Apesar de o Edital do Concurso e a lei preverem isso.
Diz o Edital do último concurso realizado em 2011: “12.8 A compatibilidade entre as atribuições do cargo e a deficiência apresentada pelo candidato(a) será avaliada durante o contrato de experiência, na forma estabelecida no § 2º do artigo 43 do Decreto n.º 3.298/99 e suas alterações”.
O Decreto citado diz: “Art. 43. O órgão responsável pela realização do concurso terá a assistência de equipe multiprofissional composta de três profissionais capacitados e atuantes nas áreas das deficiências em questão, sendo um deles médico, e três profissionais integrantes da carreira almejada pelo candidato. §1o A equipe multiprofissional emitirá parecer observando: I - as informações prestadas pelo candidato no ato da inscrição; II - a natureza das atribuições e tarefas essenciais do cargo ou da função a desempenhar; III - a viabilidade das condições de acessibilidade e as adequações do ambiente de trabalho na execução das tarefas; IV - a possibilidade de uso, pelo candidato, de equipamentos ou outros meios que habitualmente utilize; e V - a CID e outros padrões reconhecidos nacional e internacionalmente. § 2o A equipe multiprofissional avaliará a compatibilidade entre as atribuições do cargo e a deficiência do candidato durante o estágio probatório”.
A direção dos Correios ignora tudo isso. Mas isso é uma ilegalidade que precisa ser denunciada, assim como tantas outras arbitrariedades da ECT começam a ser tema de ações judiciais.
A empresa se recusa a resolver os problemas dos trabalhadores, discutir suas necessidades e reivindicações. Está criando um clima que ao contrário do que ela espera, o terror para amedrontar os trabalhadores, vai ampliar a mobilização da categoria para por fim a essa verdadeira ditadura.
É preciso denunciar todos esses abusos, organizar nos setores de trabalho uma oposição forte para dar uma resposta à altura contra os sinticatos vendidos e traidores, os chefes capitães do mato e essa direção petista carrasca.
'A Chapa 4 é a única que tem independência diante da empresa, do governo e que defende os interesses dos trabalhadores”
Edson Dorta: Assista ao vídeo do secretário-geral da
Fentect declarando apoio à Chapa 4, a chapa do Movimento de Oposição ao
Peleguismo-Mope, para a direção do Sintect-RJ
Está ocorrendo no Rio de Janeiro o processo
eleitoral para a diretoria do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios. A
votação será entre os dias 29 e 31 de janeiro.
As eleições são a oportunidade efetiva de a categoria dar a resposta necessária aos traidores e divisionistas, votando em peso na Chapa 4 que é a chapa que representa um movimento de resistência nacional, de luta, que é o Movimento de Oposição ao Peleguismo - Mope.
Essa chapa conta com o apoio de lideranças sindicais de todo o país. É a única chapa que não tem vínculo com a direção da empresa ou o governo e nem apoio dos setores que realizaram as traições à categoria nos últimos anos, como o PCCS da escravidão, de 2008, e o acordo bianual.
Para mostrar a cara do Mope e da Chapa 4 ao Sintect-RJ estaremos divulgando uma série de depoimentos e declarações de apoio.
O primeiro deles é do atual secretário geral da Fentect e membro da Corrente Sindical Nacional Ecetistas em Luta, Edson Dorta.
Edson Dorta foi o primeiro secretário-geral na atual fase de renovação da Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios (Fentect), iniciada com a vitória da oposição no XI Contect realizado em Junho deste ano em Fortaleza-CE.
Você pode assistir ao vídeo clicando no link:
http://youtu.be/bt8pwlWPKpM
As eleições são a oportunidade efetiva de a categoria dar a resposta necessária aos traidores e divisionistas, votando em peso na Chapa 4 que é a chapa que representa um movimento de resistência nacional, de luta, que é o Movimento de Oposição ao Peleguismo - Mope.
Essa chapa conta com o apoio de lideranças sindicais de todo o país. É a única chapa que não tem vínculo com a direção da empresa ou o governo e nem apoio dos setores que realizaram as traições à categoria nos últimos anos, como o PCCS da escravidão, de 2008, e o acordo bianual.
Para mostrar a cara do Mope e da Chapa 4 ao Sintect-RJ estaremos divulgando uma série de depoimentos e declarações de apoio.
O primeiro deles é do atual secretário geral da Fentect e membro da Corrente Sindical Nacional Ecetistas em Luta, Edson Dorta.
Edson Dorta foi o primeiro secretário-geral na atual fase de renovação da Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios (Fentect), iniciada com a vitória da oposição no XI Contect realizado em Junho deste ano em Fortaleza-CE.
Você pode assistir ao vídeo clicando no link:
http://youtu.be/bt8pwlWPKpM
ECT aumenta distribuição de dinheiro... não para os trabalhadores
E a PLR? Correios vai patrocinar o seleção brasileira
de handebol, mas não diz quanto vai pagar de PLR aos ecetistas
2 de janeiro de 2013
2 de janeiro de 2013
A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos está
novamente nas manchetes, dessa vez não por desvio de verbas e novo escândalo,
mas por patrocínio ao esporte.
Segundo o site oficial da empresa, os Correios “é o novo patrocinador oficial do handebol brasileiro”. Depois do tênis, natação, futsal... agora o handebol vai levar a grana da empresa.
Nada contra o patrocínio e fomento ao esporte nacional, mas e os trabalhadores?
Na Campanha Salarial a imposição de um reajuste miserável, de 6,5% através do TST (Tribunal Superior do Trabalho), foi feita com a alegação do impacto do reajuste na folha de pagamento. A proposta inicial –cínica - da empresa não cobria nem a falsa estimativa de inflação, foi de 3%.
Agora, a decisão de patrocinar nova modalidade esportiva acontece no momento em que a empresa está numa disputa utilizando a PLR para chantagear os trabalhadores.
Até agora, há poucos dias para acabar o ano de 2012, a categoria e seus representantes legítimos, no caso da categoria nacionalmente a Fentect (Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios), não sabe como será distribuída a Participação nos Lucros e Resultados, a PLR.
Os investimentos no esporte por parte do governo, através dos lucros da ECT, faz parte dos planos para os eventos que acontecerão nos próximos anos, Olimpíadas e Copa do Mundo.
O único investimento que governo e empresa não se preocupa em fazer, é em condições de trabalho, contratação de pessoal, salário e repasses dos direitos e garantias da categoria.
Para os ecetistas sobra a perseguição, a repressão, o excesso de trabalho, as dobras, e agora depois da greve o terrível banco de horas. Em Brasília, até na água a ECT está economizando. No maior setor operacional do DF, os trabalhadores denunciaram que falta galões de água e os chefes propuseram uma vaquinha para matar a sede.
A estimativa de lucro para esse ano é de quase um bilhão de reais. A ECT precisa abrir suas contas e mostrar para os trabalhadores a caixa preta do setor financeiro.
A categoria não vai aceitar mais um ano de PLR miserável para os trabalhadores de base e a bonança para a direção. Se tem dinheiro para patrocínio e esporte, tem dinheiro para pagar uma PLR linear de R$ 2.500,00 para todos os trabalhadores.
Segundo o site oficial da empresa, os Correios “é o novo patrocinador oficial do handebol brasileiro”. Depois do tênis, natação, futsal... agora o handebol vai levar a grana da empresa.
Nada contra o patrocínio e fomento ao esporte nacional, mas e os trabalhadores?
Na Campanha Salarial a imposição de um reajuste miserável, de 6,5% através do TST (Tribunal Superior do Trabalho), foi feita com a alegação do impacto do reajuste na folha de pagamento. A proposta inicial –cínica - da empresa não cobria nem a falsa estimativa de inflação, foi de 3%.
Agora, a decisão de patrocinar nova modalidade esportiva acontece no momento em que a empresa está numa disputa utilizando a PLR para chantagear os trabalhadores.
Até agora, há poucos dias para acabar o ano de 2012, a categoria e seus representantes legítimos, no caso da categoria nacionalmente a Fentect (Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios), não sabe como será distribuída a Participação nos Lucros e Resultados, a PLR.
Os investimentos no esporte por parte do governo, através dos lucros da ECT, faz parte dos planos para os eventos que acontecerão nos próximos anos, Olimpíadas e Copa do Mundo.
O único investimento que governo e empresa não se preocupa em fazer, é em condições de trabalho, contratação de pessoal, salário e repasses dos direitos e garantias da categoria.
Para os ecetistas sobra a perseguição, a repressão, o excesso de trabalho, as dobras, e agora depois da greve o terrível banco de horas. Em Brasília, até na água a ECT está economizando. No maior setor operacional do DF, os trabalhadores denunciaram que falta galões de água e os chefes propuseram uma vaquinha para matar a sede.
A estimativa de lucro para esse ano é de quase um bilhão de reais. A ECT precisa abrir suas contas e mostrar para os trabalhadores a caixa preta do setor financeiro.
A categoria não vai aceitar mais um ano de PLR miserável para os trabalhadores de base e a bonança para a direção. Se tem dinheiro para patrocínio e esporte, tem dinheiro para pagar uma PLR linear de R$ 2.500,00 para todos os trabalhadores.
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