ESSE BLOG MUDOU

PARA CONTINUAR ACOMPANHANDO AS NOTÍCIAS DOS CORREIOS ACESSO AO LINK olhovivoecetista.wordpress.com
Este blog será desativado em 30 dias

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Boletim Ecetistas em Luta 18-2-2013



Movimento de Oposição Nacional vence as eleições no Amazonas

Categoria atropela as chapas do patrão no Amazonas e elege os companheiros do MOPe com ampla maioria de votos



As eleições no Sintect-AM (Sindicato dos Trabalhadores dos Correios do Amazonas) terminaram na madrugada de sexta para sábado, dias 15 e 16, e mais uma vez a categoria dos Correios mostrou sua tendência de luta. A chapa 1, composta pelos companheiros do Movimento de Oposição ao Peleguismo (MOPe) venceu com ampla maioria de votos.

A direção da ECT tentou de todas as formas tomar o sindicato, mas os trabalhadores mostraram que no Sintect-AM, quem manda é a categoria. A chapa do MOPe, composta por companheiros que compõem a atual diretoria do sindicato, venceu com 413 votos, aproximadamente 53% dos votos. A chapa 2, da Articulação Sindical/PT obteve 213 votos e a chapa 3 dos divisionistas do PSTU/Conlutas 140 votos.

A chapa 2 era apoiada diretamente pela direção da ECT, orquestrada pelo ex-diretor regional e ex-sindicalista, Rodolfo Amaral. No início do processo eleitoral, a chapa 2 e a chapa 3 tentaram se unir para dar uma golpe na assembleia que elegeu a comissão eleitoral, tentando destituir a mesa da assembleia composta pelos companheiros da direção do sindicato. Como a armação ficou muito evidente e o golpe foi esmagado pela categoria, desistiram de se aliar.

Agora o resultado da eleição deixa bem claro que os trabalhadores rejeitam totalmente a política pelega e traidora representada de um lado pela Articulação/PT e de outro pelos divisionistas do PSTU que ainda sonham em dividir a categoria para formar a sua federação Anã. Nem mesmo somando os votos da chapa 2 com os da chapa 3 chegariam no total de votos da chapa 1.

A vitória da chapa dos trabalhadores no Amazonas revela a tendência geral da categoria de luta contra os traidores e elementos patronais dentro do sindicato.

Confira o resultado das eleições:

Chapa 1 (MOPe) – 413 votos

Chapa 2 (Articulação/PT) – 213 votos

Chapa 3 (PSTU/Conlutas) – 140 votos

PLR: novas mentiras da empresa

Mais uma vez, a direção da ECT divulga calúnias contra a Fentect


Na semana passada, a direção da ECT publicou no boletim Primeira Hora uma notícia insinuando mais uma vez que a Fentect estaria se negando a negociar. Como os trabalhadores não são bobos e aprendem com a experiência, todo mundo está vendo que é exatamente a mesma manobra usada na campanha salarial.
A direção da empresa ficou fazendo a calúnia de que a Fentect não queria negociar para depois apresentar uma proposta ridícula de 3% e enviar a campanha para o TST.

No caso da PLR a farsa é a mesma. A empresa faz a campanha, mas todo mundo sabe que o objetivo da ECT é pagar uma miséria novamente aos trabalhadores.

O que está em jogo não tem nada a ver com o que diz a ECT. Na realidade, a única coisa que a empresa quer é que a Fentect dê um aval para os chefes perseguirem os trabalhadores nos setores em troca das metas e critérios para receber a PLR. Esse é o único interesse da empresa: escravizar o trabalhador ainda mais, em troca de uma miséria de PLR. Tanto é assim que a empresa não quer nem negociar valores e muito menos apresentou um balanço sério dos lucros da empresa no ano. O que mostra que a empresa já tem um valor e nem pensa em mudar nada de valores.
A Fentect não vai aceitar que a empresa faça chantagens com os trabalhadores. Não vai admitir esse golpe da empresa. Se a ECT quer pagar uma miséria para os trabalhadores e ainda chantagear nossa categoria, escravizando e assediando moralmente nos setores, que faça sozinha, A Fentect não vai permitir que os trabalhadores que já sofrem demais com as péssimas condições de trabalho e excesso de serviço, sejam ainda mais explorados.
A Fentect vai continuar negociando e exigindo que a empresa não trate os trabalhadores como escravos. Somente a mobilização da categoria é capaz de arrancar as nossas reivindicações.

Todo apoio à Chapa 2 na eleição do Sintect-PB

 
COMPANHEIRO DE LUTA, VOTE NA CHAPA 2 - MUDANÇA, DEMOCRACIA E LUTA - ELEIÇÕES SINTECT-PB 2013/2016

Apoio à luta dos petroleiros: Assembleia rejeita proposta patronal

Categoria recusa rebaixar pauta de reivindicação e mantém greve por tempo indeterminado

 
Cerca de 15 mil trabalhadores do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) decidiram entrar em greve. A decisão foi tomada durante assembleia realizada no Trevo da Reta, em Itaboraí, realizado no ultimo dia 09.

Os trabalhadores rejeitaram a proposta patronal de reajuste de 7,5%. Os trabalhadores da Comperj reivindicam: aumento salarial de 12%, garantia de “horas in tinere” (pagamento das horas de trajeto casa X trabalho), aumento do vale refeição entre outras.

A obra do Comperj é a terceira maior obra do PAC 2, do governo Dilma, e também o maior investimento individual da Petrobrás na história. A obra possui investimentos calculados em R$ 22,1 bilhões.

No ano passado a categoria travou diversas lutas, realizando três paralisações. Na última greve, 33 operários foram demitidos. Os patrões também utilizaram a Polícia Militar (o braço armado da burguesia) para reprimir os trabalhadores. A mando das empreiteiras diversos trabalhadores foram arrancados dos ônibus.
O sindicato dos patrões já anunciaram que pretendem reprimir o movimento. Para o Sindicato das Empresas de Engenharia de Montagem e Manutenção Industrial do Estado do RJ (Sindemon) e o Sindicato Nacional da Indústria da Construção Pesada (Sinicon), que representam as empresas prestadoras de serviços no Comperj, “consideraram a greve dos trabalhadores abusiva” (www.em.com.br/).

As lutas operárias e populares deram mostras de estar evoluindo no último período. As inúmeras greves são um sintoma do ascenso das massas que se desenha.

No ano passado, as greves tomam contorno no país. Inúmeras categorias se levantam contra a super exploração dos capitalistas impulsionadas pela crise econômica. Um ajudante de obra, por exemplo, recebe pouco mais de um salário mínimo.

Os trabalhadores, com o impulso das mobilizações, quebraram o mecanismo de contenção do conjunto da burocracia sindical abrindo caminho para um movimento de luta.

Sintect-RR divulga nota de apoio aos estudantes da USP!

Não à repressão!

O Sindicato dos Trabalhadores dos Correios de Roraima publicou uma nota em defesa dos estudantes processados da USP

"Todo apoio aos estudantes da USP

Não aos processos!

Na última semana, o Ministério Público, por meio da promotora Eliana Passarelli, entrou com um processo contra 72 estudantes e funcionários da USP. A acusação contra esses estudantes é uma verdadeira farsa, uma aberração que mostra muito bem em nome de quem e no interesse de quem age o Judiciário e seus apêndices no Brasil.

Os 72 estudantes da USP foram detidos em 2011 por uma operação orquestrada pelo governo do PSDB e pelo reitor da universidade que mobilizou cerca de 500 homens da PM, incluindo a Tropa de choque. Uma repressão desproporcional contra uma ação claramente política dos estudantes.

Agora, passados mais de dois anos do ocorrido, a promotora quer ver esses estudantes na cadeia por terem protestado politicamente, o que é um direito elementar de nossa Constituição.

O ataque aos estudantes da USP faz parte da mesma onde de ataques contra os moimentos de trabalhadores. Nos Correios, nas últimas greves a empresa e o Judiciário agiram junto para atacar o direito de greve da categoria.

Os trabalhadores dos Correios de Roraima se posicionam energicamente contrário a essa aberrante perseguição política, orquestrada pela mesma direita reacionária que quer privatizar os Correios e as universidades públicas para distribuir o dinheiro da população aos capitalistas interacionais. A mesma direita reacionária que esteve por trás das sangrentas ditaduras militares na América Latina

Abaixo a ditadura!

Sindicato dos Trabalhadores dos Correios de Roraima-Sintect-RR"

Fentect - Nota de apoio aos 72 estudantes da USP processados

O ataque aos estudantes da USP é um ataque contra o direito de todos os trabalhadores
 
A Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios (Fentect) se solidariza enérgica e incondicionalmente aos 72 estudantes da Universidade de São Paulo que estão sendo processados pelo Ministério Público.

O processo é mais um de uma série de ataques aos movimentos sociais e de luta da população. Entendemos o processo contra os estudantes da USP como uma ameaça contra todos os movimentos de luta e reivindicação. Se os 72 estudantes forem condenados, como quer o Ministério Público, a oito anos de prisão, será aberto um precedente para transformar em crime toda e qualquer mobilização dos trabalhadores e do povo.

A questão é ainda mais grave, já que os estudantes estão sendo processados sem provas e sem individualização dos supostos crimes que teriam cometido. Mais ainda, o processo é uma farsa e fica muito claro que está sendo usado exclusivamente para a perseguição política.

Nós, trabalhadores dos Correios, sabemos que os estudantes da USP e o movimento estudantil em geral, luta por uma universidade pública para todos os trabalhadores e filhos dos trabalhadores. Esse é o maior crime que os 72 estudantes, que certamente representam o sentimento da ampla maioria das universidades, cometeram: lutar para colocar a universidade a serviço do povo.

Os trabalhadores sabem também que dentro da USP e das universidades públicas em geral impera uma verdadeira ditadura que defende os interesses dos exploradores, contra a vontade geral dos estudantes e dos trabalhadores.

A luta dos estudantes da USP é também contra a privatização da universidade defendida abertamente pelo reitor João Grandino Rodas. Essa política só servirá para afastar a USP ainda mais dos interesses do povo. A luta contra a privatização da USP é a mesma luta que os trabalhadores dos Correios levam contra a privatização da ECT.

A Fentect vai denunciar esse processo amplamente na base da categoria ecetista e chamar o sindicalismo de todas as categorias a se posicionar contra esse ataque aos direitos da população, promovido pelos setores mais reacionários da burguesia. Sabemos que há diretores do Sintusp (Sindicato dos Trabalhadores da USP) entre os processados, o que também indica um ataque à liberdade de organização sindical.

Os trabalhadores dos Correios aproveitam também para afirmar que o ataque aos estudantes da USP faz parte do mesmo pacote de ataques que vêm sofrendo os trabalhadores. É cada vez mais frequente a intervenção judicial nas greves, o que significa um enorme ataque a um direito constitucional dos trabalhadores, é isso o que tem ocorrido nas últimas greves dos Correios com a intervenção do Tribunal Superior do Trabalho (TST).

Também aproveitamos para repudiar o fato de que a Força Nacional de Segurança tem sido usada para reprimir dezenas de greves e há já dezenas de companheiros presos apenas por protestarem por melhores condições de trabalho e aumento salarial, como aconteceu com companheiros nas obras de Jirau, em Rondônia.

Estamos juntos com os estudantes da USP e de todos os perseguidos políticos.

Apoio incondicional à sua luta, pela unidade operária-estudantil!
Abaixo a ditadura! Pelo direito de greve e de manifestação!
Não á privatização da USP e dos Correios!
Fim dos processos contra estudantes e trabalhadores!

Fentect - Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios