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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Tratamento dentário demora uma eternidade

Qualquer tratamento dentário demora, no mínimo, três meses para simples obturações

A falta de dentistas no CTP Jaguaré, em São Paulo, é praticamente impossível se chegar ao final. Com o sucateamento do serviço de saúde dos trabalhadores, com (o ambulatório foi fechado há mais de dois anos) os trabalhadores que já começaram o tratamento são freqüentemente surpreendidos com avisos de cancelamento das consultas.
A bagunça é tão grande que os trabalhadores são chamados para dar continuidade ao tratamento odontológico e ao chegar no horário da consulta, o nome não consta da agenda.
Essa é a política da direção da empresa que vem aos pouco acabando com o sistema de saúde dos trabalhadores.  A forma encontrada, por estes desclassificados, é dar canceira nos trabalhadores para que desistam de dar continuidade ao tratamento.
Por outro lado, ao se cansar da total inoperância e da falta de consideração pelo trabalhador, a empresa também impede a continuidade do tratamento com a morosidade burocrática para liberação de guias. Já houve caso do ecetista, após fazer orçamento e entregá-lo ao setor de guias, esperar mais de um mês sem obter resposta e a empresa negligenciar dizendo que não tinha o pedido ou que o serviço não poderia ser autorizado, obrigando o trabalhador a fazer novo orçamento.

Para panelinha de chefes não existe regras

Há um tratamento diferenciado por parte da chefia e seus apaniguados, porque o atendimento para esses é prestado com a maior rapidez possível.
Enquanto a empresa abusa da categoria, o sindicato do Correio em São Paulo despareceu dos locais de trabalho para que evitar que os trabalhadores exijam medidas para a resolução dos problemas.
A Corrente Ecetistas em Luta vai entrar com denúncia junto ao ministério público público contra o não fornecimento de serviços de saúde aos ecetistas, apesar de obrigatório no acordo coletivo.
Vamos agendar nos próximos dias reuniões com os trabalhadores do Jaguaré para organizar a mobilização no setor contra mais este abuso da empresa.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Bando dos Quatro faz reunião com ECT para oficializar PCCS da escravidão





Direção da ECT se juntou novamente com Bando dos Quatro da Fentect a fim de impor o PCCS 2008 da escravidão, passando por cima dos direitos da categoria, uma vez que são diversas irregularidades que envolvem o novo PCCS




Nesta terça-feira (29-11) estiveram reunidos em Brasília os representantes da ECT da Comissão do PCCS – Plano de Cargos Carreiras e Salários – nos Correios, com os representantes da Comissão de negociação do PCCS da Fentect, supostamente representantes dos trabalhadores.
A pauta da reunião  seria para tratar da prorrogação do prazo para que os trabalhadores entregassem o termo de não aceite do PCCS 2008, que expirou em 30 de novembro de 2011.
Na verdade, a iniciativa de pedido de reunião pela Fentect para que a ECT prorrogasse o prazo da entrega do termo advém da pressão que os trabalhadores vem promovendo contra os sindicalistas dos correios para explicar o  PCCS, pois nos últimos dias foram pegos de surpresa com informações confusas por parte da chefia , que anunciou vagamente a necessidade do trabalhador se pronunciar sobre a sua permanência no PCCS de 95 ou no de 2008.


A farsa das negociações do PCCS


Na reunião entre direção da ECT e “representantes” dos trabalhadores o que ficou nitido é que a Comissão de negociação do PCCS por parte da Fentect só se reune com a ECT para fornecer documentação legal para empresa, a fim de que a direção da ECT possa impor o PCCS 2008 da escravidão contra os trabalhadores, com a suposta alegação de que tudo foi acordado entre patrão e trabalhadores.
Logo no inicio da reunião o representante da ECT, Avancini, ex- diretor sindical do Sintect-SC, que agora ocupa o cargo de chefe das Negociações pela Empresa, graças ao processo de corrupção que a ECT mantém com os dirigentes sindicais, anunciou que o prazo para entrega do termo não seria estendido, pois a direção da ECT já havia sido “boazinha” demais com os trabalhadores, quando aceitou a proposta da Comissão da Fentect de estabelecer o prazo para 30 de outubro de 2011 para que o trabalhador manifestasse sua posição sobre o PCCS, e ainda, que expirado este prazo, aceitou prorrogar o prazo novamente para o dia 30 de novembro deste ano, por pedido da Comissão, conforme estava em ATA de reunião do dia 11/08 de 2011, assinada pelos membros da Comissão.
O representante da Comissão da Fentect Noel, indicado pelo PcdoB, interveio para se defender da acusação da ECT de que foi o Bando dos Quatro que estava quebrando o acordo estabelecido sobre o prazo, afirmando que o pedido de prorrogação não era dele, pois ele mesmo não vai querer permanecer no PCCS de 1995, mas era motivado pelos trabalhadores de base que estam ligando para ele o tempo todo para perguntar sobre os prós e contras do Plano e que a direção da ECT não cumpriu o que havia combinado, de que iria dar ampla publicidade sobre o Termo de não aceite do Plano e convocaria a comissão para novas reuniões a fim de debater as questões pendentes do Plano.
O secretário geral da Fentect, José Rivaldo, vulgo Taliban, traidor das últimas campanhas salariais que participava da reunião, concordou com o representante da ECT e ainda emendou dizendo que não dava para ficar prorrogando indefinidamente o prazo, pois a discussão do PCCS já é muito antiga e os trabalhadores já sabem o que quer.
Talibã aproveitou para atacar de forma patronal a Comissão da Fentect na frente dos representantes da ECT, dizendo que a Comissão tem é que trabalhar nas questões que estão pendentes e não ficar causando mais confusão.
Entendendo que já estava encerrado a discussão sobre o prazo, os representantes da ECT já queriam passar para outra questão, para estabelecer um calendário para novas reuniões com a promessa de discutir os pontos pendentes.
 O representante da corrente Ecetistas em Luta, Edson Dorta, integrante na Comissão do PCCS por parte da Fentect, exigiu que a discussão sobre o prazo do termo de não aceite continuasse, pois a questão do prazo era uma ilegalidade, já que não se pode estabelecer que os trabalhadores que querem permanecer no PCCS de 1995 faça o termo de não aceite ao PCCS 2008, mas  a questão tem que ser o contrário, quem não quiser ficar no PCCS 1995 que faça seu termo de aceite ao PCCS 2008.
A ilegalidade ainda é maior, quando é estabelecido um prazo, obrigando o trabalhador fazer o termo antes mesmo de se discutir todos os pontos pendentes que a próprio acordão do TST – Tribunal Superior do Trabalho – que só julga a favor da ECT, determinou, como a questão da tabela salarial, Recrutamento interno, Progressão por Incentivo escolar entre outros.
A imposição da ECT vai ensejar novos processos judiciais dos sindicatos contra a direção da ECT e contra os membros da Comissão do PCCS da Fentect que assinou uma ata onde afirmam que os trabalhadores exigiam da ECT um prazo para o termo de não aceite do PCCS (uma mentira descarada, pois nunca se discutiu este assunto), inclusive anulando todos os termos anteriores enviados pelos sindicatos em um outro momento das negociações.
Os representes da direção da ECT não precisaram se pronunciar na reunião, pois os próprio integrantes da Comissão do PCCS da Fentect, ligado ao Bando dos Quatro, se colocaram como porta-vozes da empresa e disseram que a direção da ECT não aceitaria mais nenhum prazo.


PSTU o maior defensor do PCCS 2008


Com a crise estalecida na mesa de negociação, a reunião foi interrompida por alguns minutos, para que a Comissão da Fentect se reunisse à parte. O Bando dos Quatro se opôs frontalmente à proposta apresentada pela Corrente Ecetistas em Luta, de que a Comissão da Fentect batesse firme na questão de que o prazo deveria estar aberto enquanto estivessem indefinidos todos os pontos pendentes do PCCS 2008, e de que a direção da Fentect e os sindicatos promovessem ações judiciais contra o fim arbitrário do prazo do termo de não aceite da ECT e do absurdo de que trabalhadores que estão no PCCS 1995, passem automaticamente para o PCCS 2008.
Jacozinho, do PSTU, que está na comissão do PCCS da Fentect substituindo seu companheiro de partido, Ezequiel Filho, vulgo Jacaré que assinou o PCCS 2008 e foi seu maior defensor,  discordou da proposta e apresentou que a Comissão só deveria propor a prorrogação de 30 dias para que os trabalhadores pudessem escolher o plano que desejam optar, mostrando, uma vez mais, seu permanente acordo com os demais membros do PT e PCdoB na comissão, os quais concordaram imediatamente com a proposta de Jacozinho, incluindo na proposta que as negociações dos pontos pendentes seriam discutidas depois do novo prazo.
Ao reiniciar a reunião, Jacozinho apresentou a proposta do Bando dos Quatro da Comissão do PCCS da Fentect  e a empresa recusou novamente a prorrogação do prazo, dizendo que aquele que não fizer o termo até amanhã (30-11) será enquadrado no PCCS 2008 da Escravidão e não poderá mais ir para o PCCS 1995, na sequência partiu para a discussão do calendário,  marcando nova reunião para o dia 06-12 (terça-feira).
Na ata da reunião sequer foi permitido que constassem as divergências manifestadas durante a reunião. O próprio Jacozinho foi porta-voz, novamente da empresa, para impedir que as discussões fossem conhecidas da categoria através da ata.
No final, para se manter, enganando os desavisados, para manter as aparências de “opositor” a política de traição do PT e PCdoB na Fentect, Jacozinho não assinou a ATA da reunião que ele mesmo ditou para o representante da empresa, deixando a responsabilidade pública de mais esta traição da categoria ao membro da Comissão do PCCS/2008, Denilson do PCdoB do Distrito Federal, que declarou que Jacozinho não precisava assinar a ATA.


Termo de não aceite do PCCS 2008 tem que ser questionado judicialmente por todos os trabalhadores


Esta manobra da ECT com o Bando dos Quatro da Fentect de criar uma situação para forçar a categoria a ingressar automaticamente no PCCS da escravidão, com prazo definido é mais um golpe contra a categoria em prol da privatização dos Correios.
A direção da ECT e a burocracia da Fentect sabe que os trabalhadores odeiam o novo PCCS 2008, pois representa o cargo amplo de agente de correios, o funcionário “bombril”, mil e uma utilidades, a oficialização do desvio de função, além de dar amplos poderes para direção da ECT explorar, no limite, os trabalhadores através do GCR, METAS, Absenteísmo e Tercerizações.
A direção da ECT estabeleceu aprovou a transferência automática para o PCCS 2008 com a ajuda da burocracia da Fentect para passar por cima do direito do trabalhador de permanecer no seu cargo original, garantido constitucionalmente pelo instituto juridico do direito adquirido.
Não vamos aceitar a anulação de todos os termos de não aceite ao PCCS 2008 feitos pelos trabalhadores em anos anteriores e oficializar na base da confusão a idéia de que os trabalhadores querem as mudanças propostas pela ECT no PCCS da Escravidão, quando quase todas as assembléias de trabalhadores dos correios já recussaram o PCCS 2008.
Por isso, a vontade dos trabalhadores é a permanência no PCCS 1995, revogando o PCCS da escravidão que cria as bases para a privatização da ECT.
-Destituissão da Comissão do PCCS da Fentect, que todas as suas decisões realizadas junto a ECT sejam anuladas, pois não representam a vontade da categoria.
- Ação judicial contra a tentativa da ECT e da burocracia da Fentect ligada ao Bando dos Quatro de querer falsificar a verdadeira vontade dos trabalhadores dos Correios.
-Continuar a campanha de recolhimento dos termos de contrariedade ao PCCS 2008, pois o direito adquirido dos trabalhadores dos Correios não deve ser usurpado pela imposição da direção da ECT com a farsa de que existe um prazo para os trabalhadores decidirem.

Discutir a luta contra as retaliações e o PCCS da escravidão

Nesta quinta e sexta-feira estará reunido o Conselho de Sindicatos da Fentect – Federação Nacional dos Trabalhadores do Correio. Este conselho é composto por um representante de cada sindicato filiado à Fentec



Nesta quinta e sexta-feira estará reunido o Conselho de Sindicatos da Fentect – Federação Nacional dos Trabalhadores do Correio. Este conselho é composto por um representante de cada sindicato filiado à Fentect.
Trata-se de um organismo que não representa a categoria, uma vez que os trabalhadores sequer ficam sabendo de suas reuniões, uma vez que a regra do Bando dos Quatro (PT-PCdoB-PSTU-Psol) e que somente diretores do sindicato participam.
Este Consin- Conselho de Sindicatos – foi organizado em oposição à proposta da Corrente Ecetistas em Luta de que fosse chamado um conselho de representantes, eleitos na base para discutir a campanha contra as retaliações da empresa, após a última greve, além da retomada da campanha salarial em dezembro, uma vez que a direção da ECT está acintosamente passando por cima dos direitos dos trabalhadores previsto na decisão do TST, a qual tem validade de acordo coletivo até nova negociação na campanha salarial.
A Corrente Ecetistas em Luta estará presente para propor que além da campanha salarial seja também incluída discussão sobre o PCCS 2008, o qual cassa direitos dos trabalhadores. 

A novela da demora no atendimento continua

Trabalhadores tomam chá de cadeira para retirar uma guia médica no ambulatórios

Pelo menos desde o semestre passado, a corrente Ecetistas em Luta vêm publicando denúncias de trabalhadores em relação ao péssimo atendimento nos ambulatórios dos Correios em São Paulo. Especificamente no Jaguaré, maior setor da empresa em nível nacional.
A direção da ECT terceirizou todo o atendimento nos ambulatórios. No começo do ano, um problema obrigou os Correios a romperem o contrato com a empresa terceirizada. Esse tipo de problema é muito comum quando se trata de terceirização.
Com isso, os ambulatórios ficaram com pouquíssimos funcionários para realizar o atendimento, principalmente na emissão de guias médicas para o atendimento do convênio. Todos os trabalhadores que necessitam atendimento pelo convênio dependem dessas guias, uma exigência imposta pela direção da ECT a fim de dificultar a utilização do plano de saúde.
As filas para a emissão de guiasse tornaram hiper demoradas. No Jaguaré, a situação é um das piores, devido ao grande número de funcionários. No ambulatório, e horários de grande procura, normalmente apenas uma pessoa atende os trabalhadores, que vão buscar uma guia e ganham um chá de cadeira.
A situação é exatamente a mesma que denunciamos meses atrás.
O problema com o atendimento nos ambulatórios não é casual. Faz parte dos planos da direção da ECT para acabar com o convênio médico da categoria, uma das principais conquistas da luta dos trabalhadores dos Correios. Não é à toa que o maior problema se encontre justamente na emissão das guias para o atendimento no convênio.
A destruição do convênio, que representa um considerável aumento na folha de pagamento do trabalhador, é condição número um para aumentar os lucros dos capitalistas que querem a privatização dos Correios.
Exigimos que a ECT tome providências em relação ao problema do atendimento nos ambulatórios, com a contratação de concursados para o exercício das atividades e o fim da terceirização/privatização do serviço.

-          Não à terceirização/privatização do serviço médico
-          Não à destruição do convênio;
-          Substituição das guias médicas por cartões magnéticos.

O descaso da ECT coloca em risco a saúde dos trabalhadores

Os trabalhadores do Tirol estão se mobilizando contra o descaso da ECT em resolver o problema da fumaça de uma indústria vizinha ao CDD que está prejudicando as atividades e a saúde dos ecetistas

Os companheiros do CDD Tirol denunciaram para o sindicato o descaso da ECT em resolver o problema da fumaça de uma indústria “têxtil” que atua irregularmente ao lado do CDD e que vem intoxicando os ecetistas daquela unidade de trabalho.
O assunto é velho e já foi motivo de paralisação do trabalho no CDD Tirol no início deste ano. Depois que o sindicato se reuniu com os trabalhadores, naquela época, e exigiu a presença do GERAE (Marcelo) somente, então, a ECT entrou em contato com o responsável pela indústria, que se dispôs a resolver a situação.
Agora, depois de uns nove meses, a fumaça tóxica volta à cena e está atormentando a vida da categoria no Tirol.
O assunto foi levado pelo sindicato à Secretaria do meio ambiente. Entretanto, nada foi resolvido, ainda. A ECT, por sua vez, se finge de besta, como se  não tivesse a responsabilidade de se reunir com o dono da indústria (que também está prejudicando a saúde dos seus trabalhadores) e dar um basta à situação absurda e  de grotesca irresponsabilidade daquele patrão.
O Chefe do CDD Tirol, Magela, sequer solicitou da direção da ECT respostas para um problema grave como é o caso desta fumaça tóxica.
A Categoria está revoltada, com toda a razão, com o descaso da ECT em resolver o problema.
O sindicato chama a categoria a se mobilizar e seguir as Normas Reguladoras do Ministério do Trabalho referente à saúde e dar um ultimato à direção da ECT: ou acaba imediatamente a fumaça que está invadindo todo o espaço de trabalho do CDD Tirol ou nenhum trabalhador vai trabalhar neste ambiente insalubre e tóxico.  Nos próximos dias o sindicato do Correio de Minas Gerais estará fazendo reunião no setor para decidir a paralisação até que a empresa resolva definitivamente a questão.

Categoria exige cumprimento da lei sobre o intervalo das refeições e da folga do fim de semana

Os trabalhadores dos CDD`s da Grande BH denunciam a exploração da Empresa sobre os trabalhadores, sobretudo os novatos, obrigando-os a trabalhar no horário de almoço e nos sábados e domingos para limpar a sobra da semana

Além da compensação dos dias da greve, a ECT está lucrando em cima dos trabalhadores, sobretudo dos novatos em período de experiência, exigindo que eles trabalhem nos horários de almoço e nos finais de semana (sábados e domingos).
 Tem ecetista trabalhando há mais de 17 (dezessete) dias como, por exemplo, nos CDD`s Nova Lima e Betim, dentre outros. Com isso, a saúde do trabalhador fica completamente abalada, enquanto a ECT economiza muito dinheiro nas costas do trabalhador.
Muito companheiro novo de casa fica pressionado pela chefia e acaba se submetendo a este abuso de poder dos gestores da ECT.
O problema do horário de almoço trabalhado ocorre também com os OTT`s, Atendentes, Motoristas e até com auxiliares administrativos.
A categoria já perdeu a paciência com as chefias picaretas e exige o cumprimento da lei do intervalo das refeições e da folga dos fins de semana.
O sindicato está denunciando essa irregularidade para o Ministério do Trabalho e chama toda a categoria a se mobilizar para exigir, na luta, o atendimento aos seus direitos de classe.
Não ao trabalho nos intervalos das refeições. Não ao trabalho nos fins de semana. Não à expropriação da saúde do trabalhador!

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

O trabalho no repouso remunerado ou no feriado é um golpe contra o trabalhador

Com a desculpa do plano de contingências, a Empresa está economizando a contratação de mão de obra, obrigando o trabalho em domingos e em feriados numa jornada de oito horas. Os companheiros do CEE BH e do CE Pampulha deliberaram pelo fim da hora-extra e que se alguém for trabalhar num desses dias a jornada será de seis horas corridas

 
Os trabalhadores do CEE BH e do CE Pampulha vêm sendo convocados a trabalhar em domingos e em feriados sob a alegação da ECT de colocar em prática o Plano de Contingência, uma vez que no fim do ano cresce o volume de serviço.
A verdade é que a direção da ECT e o governo Dilma querem lucrar fácil em cima dos trabalhadores cujo número está cada dia mais reduzido em relação à quantidade de contratos de prestação de serviços assinada pela ECT, os quais aumentam substancialmente o volume de serviços dos correios.
A exigência do trabalho no domingo e feriados é um aplique da ECT que não quer efetivar os concursados. A alta cúpula da ECT está aplicando uma política de ganhar dinheiro fácil em cima de uma maior exploração dos ecetistas.
Os companheiros do CEE BH e CE Pampulha deliberaram, em reuniões, que não aceitarão a pressão da ECT. Decidiram, ainda, que os ecetistas que resolverem trabalhar ou num ou noutro domingo ou feriado até o final do ano trabalharão em jornada corrida de seis horas e não oito horas por dia como quer obrigar a direção dos correios.
Em reunião com os trabalhadores, a direção do Sindicato se comprometeu que encaminhará para a direção da ECT a insatisfação dos trabalhadores com a convocação para a realização de horas-extras e a informará que os trabalhadores que excepcionalmente comparecerem, trabalharão somente 6 horas corridas, pois a categoria não tem condições físicas de aumentar a jornada de trabalho.
Além disso, os ecetistas que forem trabalhar no domingo ou feriados têm garantido no acórdão do TST (cláusula 58ª) que receberão 200% de hora extra ou dois dias de folga mais um vale refeição extra, cabendo ao trabalhador informar, previamente, a ECT os dias que ele pretende folgar (a data é o ecetista que estipula).
Nesse sentido, o sindicato dos trabalhadores do Correio de Minas Gerais está chamando os trabalhadores a não aceitar a pressão da ECT e impor a sua opinião respaldada no próprio acórdão do TST.
Não à exploração!