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sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Em São Paulo, uma importante vitória dos trabalhadores dos Correios

Pela unidade da categoria na campanha salarial, contra a máfia sindical e a direção da ECT

Trabalhadores dos Correios de São Paulo enfrentam a desarticulação da campanha salarial promovida pela direção do Sintect-SP (PCdoB) e participam da segunda assembleia convocada pela Fentect.





Na quinta-feira, dia 16, por convocação da Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios (Fentect), os trabalhadores dos Correios de São Paulo realizaram uma importante assembleia para discutir a campanha salarial.

Foi a segunda assembleia convocada pela Fentect para garantir a unidade da categoria nacionalmente, depois da tentativa de divisão da Federação Nacional promovido pelo PCdoB/CTB à frente dos sindicatos de São Paulo, Rio de Janeiro, Bauru (SP) e Tocantins.

Diferentemente do que ocorreu na primeira assembleia, realizada no dia 25 de julho, quando capangas contratados pela direção do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios de São Paulo (Sintect-SP) agrediram trabalhadores na Praça da Sé, a segunda assembleia convocada pela Fentect transcorreu pacificamente.

Participaram da assembleia trabalhadores de diversos setores da capital e da Grande São Paulo – incluídos os maiores setores dos Correios, como o Centro de Triagem Principal (CTP) Jaguaré, o Centro de Transporte Operacional Leopoldina, os Centros Tratamento de Cartas (CTCs) Mooca, Santo Amaro e Saúde e os Centros de Entrega de Encomendas (CEEs) Água Branca e Centro, além de carteiros de diversos CDDs (Centros de Distribuição Domiciliária) e atendentes comerciais de diversas agências.


Organizando a campanha salarial pela base



Na assembleia, os trabalhadores rejeitaram por unanimidade a proposta da direção da ECT de um índice ridículo de 3% de reajuste.

O principal ponto de discussão da assembleia da Fentect foi justamente o esclarecimento da campanha salarial aos trabalhadores, em uma tenativa de desfazer a confusão criada entre os trabalhadores pela direção pelega do Sintect-SP e pela empresa. Foram distribuídos cadernos de documentos com as atas das reuniões de negociações com a empresa, informes da Federação e trechos do Acórdão do TST, usado para encerrar a greve de 28 dias e a campanha salarial do ano passado.

A companheira Anaí Caproni, da coordenação nacional da corrente Ecetistas em Luta (PCO) e diretora da Federação, leu e explicou uma ata de reunião entre os sindicalistas do PCdoB, dos sindicatos que romperam com a Fentect, e a direção da ECT ocorrida no dia 17 de julho. Na reunião, a empresa reafirmou que só a Fentect pode assinar o acordo coletivo de trabalho. A ata, assinada por todos os presidentes dos sindicatos divisionistas, incluindo o senhor Diviza, presidente do Sintect-SP, é a prova cabal de que estão agindo de má fé para enganar os trabalhadores dos Correios, já que afirmam que estão negociando com a empresa e são desmentidos pela própria bancada patronal na mesa de negociações.

Diversos diretores da Federação e membros do Comando de Negociações de outros estados, como Rio de Janeiro, Santa Catarina, Minas Gerais, Goiás também interviram na assembleia apresentando informações sobre a disposição da categoria em suas bases sindicais e o andamento das negociações.


PSTU: a última linha de defesa da máfia sindical


Na assembleia, um dos poucos militantes sindicais que restam no PSTU/Conlutas, Geraldo Rodrigues, o “Geraldinho”, pediu a palavra para defender a máfia sindical do PCdoB, afirmando que os trabalhadores deveriam participar da assembleia organizada pelo PCdoB/CTB, fazendo propaganda gratuita dos pelegos. “Geraldinho” chegou ao absurdo de afirma que a assembleia dos pelegos contou com a presença de mil trabalhadores, quando ficou muitos trabalhadores presentes à “assembleia” afirmaram que havia mais capangas que trabalhadores.

Vários ecetistas presentes à assembleia da Fentect contestaram a apologia. Ao contrario do que afirmou o sindicalista do PSTU, a assembleia do Sintect-SP/PCdoB contou com cerca de 170 pessoas, em sua maioria figurantes do PCdoB e capangas.

A assembleia da máfia sindical do PCdoB foi organizada às escondidas dos trabalhadores para legitimar a pressão da empresa para encerrar a campanha salarial o quanto antes e auxiliar o governo do PT a evitar a greve em setembro.

Os sindicalistas do PCdoB de São Paulo e do Rio de Janeiro foram os responsáveis pelas maiores traições à categoria. Elias Cesário Brito, o “Diviza”, Ricardo Adriane de Souza, o “Peixe”, respectivamente o presidente e o secretário-geral do Sintect-SP, e Ronaldo Ferreria Martins, o “Ronaldão”, e Marcos Sant’Aguida, secretário-geral e secretário de comunicação do Sintect-RJ, foram os responsáveis pelo PCCS (Plano de Cargos, Carreiras e Salários) da escravidão, o acordo bianual, o banco de horas e da traição da maior greve da categoria que abriu caminho para empresa aprovar o acordo quadrianual através da ditadura do TST.

A direção do Sintect-SP é o principal defensor da divisão da categoria para favorecer a direção da ECT. Os pelegos estão tentando a todo custo impedir os trabalhadores de realizar sua campanha salarial para que continue a vigorar a decisão do TST. Por isso romperam com a Fentect, mesmo sabendo que perderiam o poder de negociação do acordo coletivo, agindo deliberadamente para prejudicar os trabalhadores.


A unidade com os trabalhadores para derrotar os ataques da ECT deve ser feita pela base
 A companheira Anaí Caproni resumiu bem a situação em uma de suas intervenções na assembleia da Fentect: “essa ata [mencionada acima na matéria] explica porque o PCdoB contratou aqueles jagunços para agredirem os trabalhadores. A máfia sindical não queria que fosse explicado aos trabalhadores que o Sintect-SP está fora da campanha salarial e que é a Fentect que negocia”.

A tentativa de dividir a campanha salarial nos Correios, colocada em marcha pela burocracia sindical do PCdoB, trouxe à tona um problema fundamental para a organização da luta dos trabalhadores: a questão da unidade nacional da categoria ecetista.

A nova direção da Federação, encabeçada por um bloco de oposição das correntes sindicais (Ecetistas em Luta/PCO, MRL, Intersindical, Mute e sindicatos independentes) decidiu impulsionar a mobilização dos trabalhadores de São Paulo e do Rio de Janeiro de maneira independente, em defesa da unidade nacional da categoria na sua campanha salarial.

Ao contrário do que o PSTU defende, a unidade com a burocracia sindical, a corrente Ecetistas em Luta (PCO) defende a unidade dos trabalhadores, que está pautada na unificação pela base da categoria para sepultar o cadáver da burocracia sindical, deixando para trás os traidores que praticamente liquidaram a organização sindical dos trabalhadores.

É preciso unificar a categoria pela base: unir os próprios trabalhadores para que estes possam travar uma luta firme e decidida por seus interesses econômicos imediatos contra o regime de escravidão da ECT. Na sua luta, a categoria já decidiu colocar em primeiro plano a reivindicação de um reajuste salarial de 43,7%, o fim do SAP e da privatização dos Correios.

A vitória da categoria não depende dos mafiosos do PCdoB, mas da mobilização de todos os trabalhadores ecetistas que sabem que a união é a nossa maior arma na luta contra os patrões e seu governo.


Fentect impulsiona unidade pela base


Além de todos os esclarecimento do andamento da campanha salarial, os trabalhadores também puderam discutir livremente na assembleia, apresentando seu ponto de vista e denúncias. Ao contrário do que faz a máfia sindical em suas assembleias, a assembleia da Fentect teve o microfone aberto para que todos os trabalhadores pudessem se expressar.

A assembleia aprovou quase por unanimidade (com apenas uma abstenção) uma moção de repúdio ao ato fascista do PCdoB/CTB na primeira assembleia da Fentect, ocorrido no dia 25 de julho.

Também foi aprovado o repúdio ao coordenador da mesa de negociações da ECT, Luís Eduardo, do Ceará, membro do PCdoB, ex-sindicalista que se vendeu para a direção da empresa e é responsável por todas as mentiras contadas aos trabalhadores, com o objetivo de acabar com a campanha salarial.

Uma moção de repúdio também foi aprovada contra todos os sindicalistas que ganharam cargo na empresa, depois de trairem os trabalhadores.

A assembleia foi uma importante vitória da categoria. Os trabalhadores compareceram mesmo após a campanha do medo promovida pelo Sintect-SP, que procurou intimidar os trabalhadores com a agressão fascista à assembleia do dia 25, e puderam tirar suas dúvidas sobre o andamento da campanha salarial.

A partir da semana que vem, as negociações entre a Fentect e a ECT devem ser retomadas, já que unanimemente as assembleias dos sindicatos de todo o país rejeitaram o reajuste de 3% proposto pela empresa.

A próxima assembleia dos trabalhadores dos Correios de São Paulo ocorrerá no dia 30 de agosto, onde deve ser aprovado o indicativo de greve para o dia 11 de setembro, caso as negociações com a empresa não avancem.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Todos à assembleia da Fentect, em São Paulo


A Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios realiza hoje no Centro Trasmontano ao lado da Praça da Sé, às 19 horas, sua assembleia que discutirá com a categoria os rumos da campanha salarial.






Hoje, uma nova assembleia convocada pela Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios acontecerá em São Paulo na qual serão definidos os rumos da campanha salarial 2012/2013.
Às 19h, no Centro Trasmontano, ao lado da Praça da Sé, mais uma vez, centenas de trabalhadores se mobilizarão para discutir sobre as questões da campanha e repudiar a proposta indecente de 3% apresentada pela empresa.
A Fentect como única entidade reconhecida pela própria ECT para negociar em nome dos trabalhadores, faz um chamado e esclarece aos trabalhadores que só ela pode assinar o acordo coletivo, sendo assim a única instituição com assembleias consideradas válidas para decidir o futuro de mais de 118 mil trabalhadores.
Fica claro que o Sintect-SP só está servindo para arrecadar dinheiro dos trabalhadores, pois seus dirigentes não representam a categoria perante a empresa e não vão assinar o acordo coletivo. Assembleias realizadas por esses sindicatos são de mentirinha, sem nenhuma validade.
Abaixo segue cópia da ata de uma reunião solicitada pela diretoria dos sindicatos pelegos desfiliados da Fentect , alegando que teriam o direito de negociar em nome dos trabalhadores. A ECT consultou o seu setor jurídico e o mesmo deu um parecer dizendo que apenas a Federação tem representação formal para negociar.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Leia, imprima e distribua os boletins da Fentect convocando as assembleias da campanha salarial no Rio de Janeiro e em São Paulo




Nota da corrente Ecetistas em Luta sobre as assembleias de São Paulo e do Rio de Janeiro



Aos trabalhadores dos correios

Companheiros,


A Campanha Salarial dos Correios chegou a um momento decisivo.


A direção da ECT está seguindo à risca seu plano de colocar novamente os trabalhadores dos correios para se enfrentar contra a ditadura do TST – Tribunal Superior do Trabalho


A proposta indecente de 3% de reajuste salarial e reedição do Acórdão do Ministro Dalazen  nas cláusulas sociais foi apresentada para ser rejeitada, com objetivo de forçar o dissidio na campanha salarial.

A direção da ECT sabe que não pode derrotar a categoria na mesa de negociação, pois o Comando foi ampliado de 7 para 41 membros, aumentou também o quórum de assembleias  para 2/3 para aprovar o acordo,  e além disso,  a direção da ECT não possui mais nenhum controle sobre os negociadores da Fentect que conduzem o processo de negociação.


Diante disso, só restou para direção da ECT usar os sindicalistas vendidos e traidores do PCdoB do sindicato de São Paulo e Rio de Janeiro para atacar a organização da categoria e seu espírito de luta.


A Empresa sabe que estes elementos estão dispostos a prestar qualquer serviço sujo, pois já deram várias demonstrações disso no passado, quem não se lembra do Ronaldão do PCdoB do Rio de Janeiro e o Divisa do PCdoB de São Paulo, viajarem para Tocantins em 2009 a fim de fraudar a assembleia daquele Estado para impor na marra, a mando da ECT, o detestável Acordo Bianual.


O racha do PCdoB no interior da Fentect  foi encomendado pela ECT para impedir a unificação da categoria na campanha salarial deste ano.

Não resta dúvida de que o PCdoB está seguindo caninamente o calendário da empresa chegaram até elogiá-los no seu informativo interno o “Primeira Hora”.

A Pauta de Reivindicação,  divisionista destes pelegos defendem a manutenção da data-base da categoria para Agosto, somente a empresa poderia uma pauta tão patronal..


A ECT instigou o racha na Fentect, porque sabe que a força dos trabalhadores é sua união. Para manter os trabalhadores confusos estão  fazendo reuniões paralelas com a quadrilha do PCdoB do Sintect-SP e RJ  para retirar da campanha salarial os trabalhadores de São Paulo e Rio de Janeiro.


Qualquer greve nos correios que não tenha a adesão destes dois sindicatos seria facilmente derrotada pela empresa.


Por isso, neste momento, os sindicalistas do PCdoB de São Paulo e do Rio de Janeiro que já traíram tantas greves da categoria, são as únicas armas da ECT contra a mobilização dos trabalhadores dos correios na campanha salarial.


O papel do PCdoB na campanha salarial deste ano é o de confundir e dividir os trabalhadores para enfraquecer a unidade da categoria em torno de suas reinvindicações, pois eles sequer podem assinar qualquer acordo.


Somente a assembleia da Fentect tem legitimidade de processar a vontade dos trabalhadores destas bases na campanha salarial, uma vez que a única entidade a poder assinar o acordo coletivo de trabalho em âmbito nacional é a Fentect.


Por isso, a Fentect  realizou assembleia para eleger o representante de São Paulo e do Rio de Janeiro no Comando Nacional de Mobilização da Campanha Salarial, além de referendar a pauta nacional de reivindicações da categoria.


Estas assembleias foram uma grande vitória da categoria porque mostraram que os pelegos não têm um controle efetivo da categoria que poderia entrar em greve ou rejeitar as manobras da direção contra os pelegos que dirigem estes sindicatos, seguindo o movimento nacional.


A Federação tem a obrigação de manter assembleias de campanha salarial nestas bases, pois caso haja greve, a decisão destas bases estarão pautadas nas negociações realizadas pela Fentect e não pela farsa montada pela ECT e os dirigentes sindicais do PCdoB. (O gerente de negociações da ECT, o ex-sindicalista, vendido, Luiz Eduardo Rodrigues da Silva, e seus meninos de recado no sindicato de SP e RJ).


A Federação tem um papel fundamental de mobilizar estas bases para que os trabalhadores de SP e RJ coloquem a direção da ECT para fora de seu sindicato, representado por estes bandidos que são homens da confiança da direção da empresa, retomando este sindicato para luta e de forma a unificar a categoria nacionalmente. Pois a divisão proposta pelo PCdoB só favorece aos patrões.


Somente os cínicos do PSTU, que até as vésperas do Congresso da Fentect propunham se juntar aos traidores do PCdoB e dividir ainda mais a nossa categoria, com a formação de uma  Federação anã, podem defender os pelegos do PCdoB, em nome da unidade, contra a unidade nacional, contra a campanha salarial. Na realidade, estão defendendo não apenas a tentativa de dividir a categoria como efetivamente a política da direção da ECT contra os trabalhadores.


O PSTU deve ser igualmente repudiado como os vendidos do PCdoB, pois o papel dos sindicalistas do PSTU está sendo de esconder dos trabalhadores a armação da ECT contra a categoria, que está usando pelegos reconhecidos, traidores notório do movimento para atrapalhar a unificação nacional da nossa campanha salarial. E fortalecimento dos trabalhadores na defesa de suas reivindicações


Será que o PSTU esqueceu que o Acordo Bianual foi encerrado em Tocantins, com a ação fraudulenta dos traidores Divisa do Sintect-SP e do Ronaldão Bianual do PCdoB do RJ? Claro que não estão agindo de má-fe contra a categoria.


Diante disso, não podemos secundarizar a luta da Fentect e de todos os trabalhadores dos Correios para retomar o Sindicato de São Paulo e do Rio de Janeiro da mão da empresa e recoloca-lo na mão dos trabalhadores.

Sem travar esta batalha de forma consistente contra a direção da ECT e os marginais do PCdoB, toda campanha salarial tende a ser derrotada de forma rápida frustrante.

Por isso é questão de extrema necessidade a ampla mobilização de outros sindicatos na base de São Paulo e Rio de Janeiro para apoiar a convocação da assembleia de campanha salarial nessas duas bases sindicais de primeira importância. No Rio de Janeiro no dia 15 de agosto e em São Paulo no dia 16 de agosto.


Chamamos todos os ativistas e dirigentes sindicais dos sindicatos filiados à Fentect para vir para São Paulo ou para o Rio de Janeiro ajudar a convocar os trabalhadores a participar destas assembleias. Os sindicatos precisam mandar representantes para a própria assembleia da campanha salarial, de forma que os trabalhadores destas bases percebam que a unidade se fará na luta concreta contra a ECT e os traidores que se apoderaram destes sindicatos.


Coordenação da Corrente Ecetistas em Luta

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Traidores e divisionistas de São Paulo, Rio de Janeiro, Bauru e Tocantins em jogada casada com a ECT para acelerar dissídio coletivo

O novo Bando dos Quatro (diretorias dos sindicatos dos trabalhadores dos Correios de São Paulo, Rio de Janeiro, Bauru e Tocantins) decidiram convocar as assembleias de faz-de-conta na última quinta-feira, dia 9.


 

Desde o início da campanha sala-rial dos trabalhadores dos Correios, as diretorias dos Sintect’s de São Paulo, Rio de Janeiro, Bauru e To-cantins não fizeramabsolutamente nada. Desapareceram dos setores com a nítida política de impedir a mobilização da campanha salarial, uma vez que sabiam perfeitamente que se nada fosse feito vigoraria o acórdão do TST que estipula em sua cláusula 63:
“O presente instrumento norma-tivo terá vigência a partir de 1º de agosto de 2011 e vigorará até que sentença normativa, convenção co-letiva de trabalho ou acordo coleti-vo de trabalho superveniente pro-duza sua revogação, expressa ou tácita, respeitado, porém, o prazo máximo legal de quatro anos de vi-gência.”
O Comando Nacional de Mobi-lização da Fentect orientou a re-alização de assembleias em todo país, inclusive realizou direta-mente assembleias em São Paulo e no Rio de Janeiro e atividades nacionais, uma delas um protesto dentro da própria ECT, exigindo que as negociações sejam públicas com transmissão online para todo o Brasil.
Enquanto a Fentect trabalha para mobilizar a categoria e fazer pressão para que não vigore um acordo quadrianual, o Novo Bando dos Quatro (diretorias dos sindica-tos de São Paulo, Rio de Janeiro, Bauru e Tocantins) simplesmente desapareceu.
Repareceram na última semana para apoiar mais uma exigência da empresa: de que só esperaria uma resposta da Fentect até dia 9, ape-sar de saberem perfeitamente que os mais de 30 sindicatos da Fentect realizarão assembleias até o dia 16.
O Novo Bando dos Quatro (dire-torias dos sindicatos de São Paulo, Rio de Janeiro, Bauru e Tocantins) correu para fazer as assembleias faz-de-conta no dia 9, apoiando a direção da ECT, pois querem lega-lizar o golpe do pedido de dissídio coletivo antes da reta finaldas elei-ções municipais.
A direção da ECT quer evitar a qualquer custo que a campanha salarial entre no mês de setembro, mês crítico para o governo em ano eleitoral.
Por isso querem encerrar a ne-gociação à toque de caixa, nos próximos dias, para pedir o dissí-dio coletivo no TST, colocando a categoria novamente na mão dos ministros indicados pelos gover-nos de FHC, Lula e Dilma.
Querem encerrar as negociações para pegar a categoria de surpresa e se esconder atrás dos ministros do TST.
Companheiro ecetista, o Novo Bando dos Quatro (diretorias dos sindicatos de São Paulo, Rio de Janeiro, Bauru e Tocantins) está a serviço da empresa e do governo.
Em São Paulo e no Rio de Ja-neiro o PSTU/Conlutas está, como sempre, apoiando o Novo Ban-do dos Quatro e fazendo o jogo da empresa. Se dedicam a fazer coro às calúnias contra a direção da Fentect e apoiam o golpe das assembleias faz-de-conta no dia 9 para acelerar o fimda campanha salarial, como a empresa quer.
Não vamos aceitar o golpe do encerramento da campanha sala-rial em agosto, com uma decisão do TST contra os trabalhadores.
Queremos a continuidade das negociações e a sua transmissão ao vivo para toda a categoria.
- Mobilização pra valer em to-dos os locais de trabalho, para esquentar a campanha salarial e efetivamente garantir que a em-presa negocie de verdade!

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

O PT como patrão

Leia a carta do responsável pela Coordenação Geral de Inovação Tecnológica da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, Cesar Brod, que pediu demissão após o governo do PT ter mandado cortar o ponto dos servidores em greve.



Coordenador no Ministério do Planejamento mantém ponto de grevista e se demite



DIGNIDADE NÃO TEM PREÇO:


"Eu espero que nosso país siga melhorando, mas estou nele para mudá-lo e não para cumprir ordens com as quais não concordo. Como coordenador, jamais cortarei o ponto daqueles que trabalham comigo e estão em greve. Independente da greve, eles cumpriram seus compromissos civis sempre que necessário. E, na greve, cultivaram ainda mais sua união na crença da construção de um Brasil melhor"

(César Augusto Brod, responsável pela Coordenação Geral de Inovação Tecnológica da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão).

O Coordenador de Inovação Tecnológica do Ministério do Planejamento, César Augusto de Azambuja Brod, se negou a cumprir orientações do governo de cortar o ponto de funcionários em greve e pediu exoneração do cargo na semana passada. Em carta divulgada pelas redes sociais, que também está no site do Sindicato dos Servidores Federais (Sindsep-DF), Brod alega que não cumpriria uma determinação que feria seus princípios.

Conforme Brod, “o PT patrão parece não ter aprendido com sua própria história. O PT patrão apenas aprimora as táticas de pressão psicológica e negociação questionável daqueles com os quais negociou na época em que a greve era sua.” Em sua carta, ele diz ainda que “como coordenador, jamais cortarei o ponto daqueles que trabalham comigo e estão em greve. Independente da greve, eles cumpriram seus compromissos civis sempre que necessário”.
A postura assumida pelo ex-coordenador de Inovação Tecnológica recebeu apoio maciço dos servidores vinculados ao setor ao qual ele chefiava. Em nota, os funcionários manifestaram solidariedade através de “carta aberta”. Em um dos trechos eles se referem às determinações governamentais:

“A determinação do governo no corte do ponto dos grevistas agride em sua essência a crença na liberdade de manifestação das pessoas e no direito do trabalhador de reivindicar melhorias em suas condições de trabalho e os consequentes resultados entregues à sociedade por meio dos atos dos servidores públicos federais”. Foi ressaltado na carta também o fato de que a orientação superior para que seja feito a lista dos grevistas e procedido o desconto no salário contraria decisão do Poder Judiciário, ferindo liminar concedida por juiz da 17ª Vara da Seção Judiciária do DF e mantida pelo presidente do Tribunal Regional Federal da 1ª região.

FONTE: http://www.sedufsm.org.br/index.php?secao=noticias&id=1314#!prettyPhoto (06/08/2012)



OPINIÃO DO COMPANHEIRO LUIS BIAIA(SINTECT/CAS) A RESPEITO DO ASSUNTO:


Um exemplo a ser seguido pelos ex-sindicalistas da ECT*

Oxalá os ex-dirigentes sindicais que estão na empresa hoje tivessem essa mesma postura de dignidade. Sempre usaram o discurso de que, com a chegada do PT ao poder, deveriam ocupar postos de gestão na ECT para assim ajudar a melhorar a situação dos trabalhadores.

Mas o que temos visto é que isso não passou de conversa para boi dormir, pois depois que ocuparam os tais cargos, nunca fizeram nada em prol dos ecetistas. Pelo contrário, passaram a atuar como “capitães do mato”, chegando ao ponto de defender o desconto dos dias de greve na Campanha Salarial passada; e o que é pior, realizaram esses descontos com a greve ainda em andamento.

Hoje tive a oportunidade de debater pelo facebook com um companheiro que dizia que a greve é como uma guerra e, portanto, vale tudo, inclusive o corte dos dias. Com essa fala, ele defendia que FHC estava corretíssimo na maneira que lidava com o funcionalismo público, e que quando o Partido dos Trabalhadores o criticava, era apenas bravata.

É óbvio que quando entramos em greve, não entramos pelos dias, e sim para avançar em nossas conquistas. O desconto ou não dos dias parados será fruto do desfecho final da disputa, da correlação de forças de cada parte demonstrada ao longo da greve. No entanto, cabe lembrar que nem FHC teve tamanha audácia de descontar os dias dos trabalhadores em plena greve. Em 1997, por exemplo, tivemos nossos 21 dias descontados, mas não no meio da greve.

Mas o que vemos é que o ataque que nem FHC teve a coragem de praticar, a “outrora lutadora pelos direitos democráticos”, Presidenta Dilma (PT) - juntamente com o Ministro das Comunicações, Paulo Bernardo (PT) e com o Presidente da ECT, Wagner Pinheiro (PT) – praticou. E lamentavelmente, os ex-sindicalistas que diziam estar indo para a estrutura da empresa para nos defender não tiveram a mesma dignidade que o Sr. Brod César Augusto, que abriu mão da sua função para não chicotear os seus companheiros.

Nos Correios, o ex-sindicalista Luiz Eduardo (PC do B) e Cia Ltda, que estavam na mesa de negociação passada, como bons capitães do mato atacaram seus [ex] companheiros de empresa naquilo que é mais sagrado para uma mãe e pai de família: o salário que garante o pão de cada dia para os seus filhos.

De novo, Luiz Eduardo (PC do B) e Cia Ltda estão na mesa de negociação fazendo o jogo sujo do governo. Temos que repudiar veementemente esses negociadores e exigir as suas saídas das negociações. Os trabalhadores precisam de homens como o Sr. Brod César, que não abra mão dos seus princípios por dinheiro.


*Por Biaia
Coordenador Geral
do SINTECT/CAS

Novamente, as mentiras da ECT

Direção da empresa publicou em seu blog uma nota de “esclarecimentos” afirmando que a “representação dos trabalhadores tem informado erroneamente os empregados” sobre alguns pontos em discussão nessa campanha salarial. Vejamos quem está mentindo.




1 - “Disposição negocial”
A empresa afirma: “São os Correios que desde o dia 3 de julho, em respeito à data-base da categoria (1º de agosto) têm tentado negociar com a representação dos trabalhadores. No entanto, somente no dia 26 do mês passado a Fentect iniciou as tratativas. Até o momento já foram realizadas sete reuniões com a Fentect”.

O que a ECT quer dizer: que é a Fentect que não quer negociar e que a federação tentou, deliberadamente, retardar o início das negociações.

Por que é mentira: Em nenhuma das sete reuniões realizadas entre a ECT e a Fentect, os representantes da empresa apresentaram qualquer resposta às reivindicações apresentadas. Os membros da comissão de negociação da categoria apresentaram 15 dos mais de 80 pontos de sua pauta de reivindicações, explicando detalhadamente seus motivos. A empresa ignorou completamente o pleito dos trabalhadores apresentando como “contraproposta” o famigerado reajuste de 3% sobre salários e benefícios, um índice irrisório e inferior até mesmo às avaliações mais otimistas sobre a inflação dos últimos 12 meses. A empresa tenta, na nota publicada no blog nesta quarta-feira, retomar a intriga criada por ela mesma de que a Fentect não quer negociar, quando é evidente a sua má-fé na mesa de negociações. A “proposta” de 3% não é mais do que uma provocação da empresa contra os trabalhadores.

2 - “Transparência”

A empresa afirma: “Foi a ECT que criou o blog do acordo coletivo na internet, podendo ser acessado em qualquer lugar a qualquer hora, com possibilidade de comentários. Só este ano já foram 150 mil acessos e mais de 3 mil comentários”

O que a ECT quer dizer: Que o blog criado por ela, onde a direção da empresa se manifesta unilateralmente sobre as negociações do acordo coletivo, é tudo o que os trabalhadores tem direito.

Por que é mentira: A categoria acompanhou via internet a transmissão ao vivo, em áudio e vídeo, das sessões do 11º Congresso Nacional dos Trabalhadores dos Correios (XI Contect), realizado em junho passado. É perfeitamente possível, e o novo sindicalismo que está à frente da Fentect agora o provou ao transmitir para todos os trabalhadores do país as discussões e votações no seu XI Contect, que as reuniões de negociação sejam igualmente transmitidas em vídeo, ao vivo, via internet. É essa transparência que os trabalhadores exigem. A ECT tem medo da opinião dos seus próprios trabalhadores, por isso insistem em controlar as informações (o blog criado por ela serve justamente para isso: oferecer a versão oficial da empresa sobre as negociações). Além disso, a transmissão ao vivo das sessões da Câmara dos Deputados, do Senado Federal, do Supremo Tribunal Federal e de outras entidades públicas já se tornou fato corriqueiro no país. Era de se esperar que a ECT, uma das maiores estatais do Brasil e uma das maiores empresas de comunicação da América Latina, estivesse na linha de frente do oferecimento do acesso à informação, isenta de manipulação e controle sob interesses escusos, particularmente para os maiores interessados no assunto em pauta (a campanha salarial), seus próprios trabalhadores. É viável, é relativamente barato e perfeitamente factível. A empresa não quer a transmissão ao vivo das negociações porque sabe que uma vez que os trabalhadores puderem ver com seus próprios olhos o que acontece nessas reuniões (que decidem o futuro de mais quase 100 mil famílias ligadas aos Correios) os representantes patronais, acostumados com a compra e venda de sindicalistas pelegos e com acordos escusos feitos a portas fechadas, perderiam completamente sua autoridade. A empresa não quer que a categoria saiba como funcionam as reuniões da campanha salarial sem que ela possa controlar, manipular e distorcer o que está acontecendo e, por isso, quando dizem que defendem a “transparência”, não estão fazendo mais do que mentindo descaradamente para os trabalhadores.

3 - “Proposta”

A empresa afirma: “A  proposta apresentada pela empresa foi feita após avaliação de todos os itens das pautas de reivindicações. A proposta contempla resposta a todas as cláusulas da pauta”

O que a ECT quer dizer: Que os trabalhadores devem mesmo levar a sério que o índice de reajuste de 3% apresentado pelos representantes patronais na mesa de negociação.

Por que é mentira: Além de dizer aqui o óbvio (que os 3% apresentados pela ECT não são suficientes sequer para repor a inflação do último ano), é preciso acrescentar o seguinte: não houve qualquer avaliação séria das reivindicações apresentadas pelos trabalhadores. Quem, por acaso, acreditaria que o índice de 3% apresentado pela ECT é uma resposta a reivindicações como o fim do SAP, o fim das horas-extras, a contratação imediata de mais 30 mil trabalhadores, o fim da superexploração dos trabalhadores ecetistas etc. etc. etc.? É evidente que a empresa está tentando impor a sua vontade e calar a boca dos trabalhadores.

4 - “Acórdão do TST”

A empresa afirma: “Mesmo com o aval do antigo comando da Fentect,  a atitude radical de alguns setores que não aceitaram a proposta da empresa no ano passado  —  melhor para o trabalhador do que aquela resultante do dissídio — é que levou à negociação para julgamento no TST. O acórdão é válido por quatro anos segundo cláusula 63”.

O que a ECT quer dizer: Um absurdo: a culpa por levar a campanha salarial de 2011 para o TST, e pelo acórdão do ministro Dalazen, é da atual diretoria da Fentect, que sequer estava à frente do Comando de Negociação da campanha salarial do ano passado!

Por que é mentira: Não é a suposta “intransigência” dos sindicalistas a culpada pelas decisões tomadas pela cúpula da ECT e pelo governo do PT. A empresa age, no que diz respeito a isso, aberta e ilegalmente no sentido de empurrar a atual campanha salarial para o dissídio coletivo. Não querem negociar de verdade e esperam conseguir colocar os representantes dos trabalhadores contra a parede com truques de ocasião. Querem que os juízes do TST decidam qual deve ser o reajuste da categoria porque o governo do PT assim o decidiu. É a maneira canalha de impor um reajuste rebaixado aos trabalhadores ecetistas: a própria direção da ECT quer ajuizar o dissídio, mas não pode fazer isso sem o consentimento da Fentect. Tudo isso para fugir da negociação porque o que acontece na realidade é que a empresa não está minimamente interessada em negociar de verdade e apresentar uma solução para as reivindicações dos trabalhadores. Querem forçar os trabalhadores dos Correios a aceitar o “acordo quadrianual” com base no acórdão do TST e, assim, impedir que haja reajuste e aumento real de salários nos próximos três anos.

5 - “Contratações”

A empresa afirma: “Em 2011 e 2012 os Correios foram a empresa que mais contratou no País. Já  foram contratados 9.190 trabalhadores e estão sendo contratados mais 9.904 empregados. Nenhum outro órgão ou empresa pública brasileira tem contratado tanto como os Correios”.

O que a ECT quer dizer: Que as horas-extras, a convocação aos finais de semana, as dobras e todos os mecanismos para fazer os ecetistas trabalharem por dois ou três, no que depende da vontade da direção da empresa, vão continuar.

Por que é mentira: A empresa faz chacota da realidade dos trabalhadores e diz que os nove mil trabalhadores que diz ter sido contratado são mais que suficientes para cobrir a falta nos setores de trabalho.
Há um nível altíssimo de trabalhadores recém-contratados que desistiram da empresa antes mesmo de completarem o período de três meses da experiência. A ECT também anunciou a convocação de 3 mil novos trabalhadores, o que não é suficiente nem para começar a resolver o problema de falta de funcionários.
Eles não querem discutir o fim das convocações e das horas extras. Essa é a reivindicação dos trabalhadores. Se a empresa quer convocar no Sábado que contrate mais pessoal e estabeleça jornada de trabalho específica.

6 - “Melhores Condições de trabalho”

A empresa afirma: “Nos últimos 18 meses, a empresa investiu mais de R$ 100 milhões em 700 obras de construção, reforma e ampliação de unidades operacionais, administrativas e de atendimento. Também adquiriu mais de 6 mil veículos, entre motocicletas, furgões e caminhões, e quase 2 mil equipamentos (empilhadeiras, paleteiras)”.

O que a ECT quer dizer: Que as reivindicações dos trabalhadores, que pedem melhores condições de trabalho, não têm sentido e não merecem ser levadas em consideração

Por que é mentira: A direção da ECT, evidentemente, não dá ouvidos ao que dizem os trabalhadores na base.

7 - “Mesas temáticas”

A empresa afirma: “A empresa defende que alguns assuntos devam ser discutidos com mais profundidade e com especialistas. Por exemplo, saúde do trabalhador. Este tema deve contar com um médico do trabalho durante as discussões, senão o debate seria no mínimo superficial”.

O que a ECT quer dizer: Que não adianta reivindicar, pois a direção empresa vai procurar impor a sua vontade de qualquer maneira

Por que é mentira: A própria ECT afirmou que resposta da empresa às reivindicações dos trabalhadores (os miseráveis 3% de “reajuste” oferecidos por ela) são a solução para “todos os pontos” da pauta de reivindicações apresentadas pelos trabalhadores. Para dar resposta à inquietação da categoria e sair pela tangente, os negociadores patronais apresentaram a proposta de realização de “mesas temáticas” em que se discutiriam as reivindicações dos trabalhadores após o fechamento do acordo coletivo. Trata-se de um engodo: uma vez fechado o acordo, é muito mais difícil – para não dizer impossível – que a empresa se comprometa a mudar a maneira como vem gerindo as questões trabalhistas e sociais. Reivindicações dos trabalhadores sobre o plano de saúde oferecido pela empresa, o fornecimento de equipamentos de proteção individual e uniformes, o fim das “dobras” e horas extras, ficariam sujeitas à boa vontade da direção da empresa, sem qualquer garantia de que seriam atendidas ou sequer levadas em consideração uma vez que não farão parte do rol de obrigações da empresa estabelecido no acordo coletivo. A única resposta efetiva que a empresa pode dar às reivindicações da categoria se dará pela inclusão de uma solução para suas reivindicações no Acordo Coletivo deste ano. Os trabalhadores ecetistas não devem aceitar as manobras da direção da empresa para empurrar a campanha salarial para o dissídio de maneira completamente ilegal e absurda e jogar a pauta de reivindicações da categoria na lata do lixo.

8 - “Representatividade sindical”

A empresa afirma: “Os Correios convidaram para as negociações, além da Fentect, os sindicatos de São Paulo, Rio de Janeiro, Bauru e Tocantins, que se declaram desfiliados da Federação, para contemplar a representação dos empregados destas localidades no processo de negociação — cerca de 40 mil trabalhadores”.

O que a ECT quer dizer: que, embora tenha reconhecido oficialmente que só negociará um acordo coletivo com a Fentect, a direção da empresa quer usar o racha da máfia sindical do PCdoB em São Paulo e no Rio para pressionar o resto da categoria no país (cerca de 80% dos trabalhadores da ECT) a aceitar um acordo rebaixado.

Por que é mentira: os dirigentes dos sindicatos de São Paulo, Rio de Janeiro, Bauru e Tocantins não estão participando das negociações com a Fentect. Foram convidados na qualidade de ouvintes, já que a ECT não pode - e não quer ter que enfrentar uma montanha de processos judiciais - firmar dois ou mais acordos coletivos. O convite aos sindicatos dirigidos pelo PCdoB serve apenas como instrumento para pressionar politicamente os trabalhadores de todo o país e, inclusive, o das bases sindicais cujos sindicatos traíram o movimento nacional e romperam a unidade da categoria.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Trabalhadora de Uberlândia repudia ação fascista do PCdoB em São Paulo

Eu, Maria José de Sousa Almeida, repudio a ação da máfia sindical do PCdoB/CTB da diretoria do Sintect-SP, que contrataram capangas para agredir trabalhadores e impedir a assembleia unificada da categoria de São Paulo, no dia 25 de julho.
Essa ação é um atentado contra os direitos democráticos básicos dos trabalhadores vindo de um partido que está no governo federal. Toda a violência fascista promovida por esses elementos tem o objetivo claro de acabar com a campanha salarial da categoria e estão agindo a serviço da direção da empresa, da qual também fazem parte. Prova disto é o líder da comissão de negociação da ECT, o ex-sindicalista Luís Eduardo do Ceará.
Eu faço parte da classe trabalhadora da ECT, e estou lotada no CDD Uberlândia, na cidade de Uberlandia-MG

Nova diretoria da Fentect faz ato no edifício sede da ECT exigindo transparência nas negociações

Durante a hora do almoço de hoje, diretores da Fentect e representantes do Comando de Negociações dos trabalhadores estiveram no edifício sede dos Correios, em Brasília, e realizaram uma agitação política exigindo a transmissão ao vivo das negociações.
Os representantes dos trabalhadores levaram uma faixa pedindo "Transparência já!" e distribuíram o jornal da Fentect com a pauta de reivindicações da categoria.
Os funcionários do Edifício Sede apoiaram a iniciativa do comando, que gritava palavras-de-ordem como "Pra negociar, transparência já!", "Dinheiro pra tenista e pra nadadores, só não tem dinheiro para os trabalhadores!" e "Wagner Pinheiro, cadê nosso dinheiro?".






Nova diretoria da Fentect e militantes da corrente Ecetistas em Luta presentes no ato dos servidores em Brasília

Hoje pela manhã ocorreu um ato dos Servidores Públicos Federais em greve. Os trabalhadores de várias categoria se reuniram na esplanada, em Brasília.
A nova diretoria da Fentect aproveitou para levar sua faixa pedindo "Transparência já!" nas negociações. Lideranças de outras categorias foram procuradas para iniciar uma política de unificação das lutas dos servidores.
Militantes da carrente Ecetistas em Luta presentes em Brasília também distribuíram o boletim aos trabalhadores explicando o que está ocorrendo na campanha salarial dos Correios e denunciando os abusos da ECT e do governo federal.



Nota do STU sobre ataque comandado pelo PCdoB à assembleia dos trabalhadores dos correios em São Paulo

Fonte: site do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp
http://www.stu.org.br/component/content/article/36-destaque/2481-nota-do-stu-sobre-ataque-comandado-pelo-pcdob-a-assembleia-dos-trabalhadores-dos-correios-em-sao-paulo.html

O Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp recebeu nesta quarta-feira (8) a denúncia sobre o ato de violência supostamente cometido pela diretoria do Sintect-SP (Sindicato dos Trabalhadores dos Correios de São Paulo), ligada ao CTB/PCdoB contra uma assembleia da campanha salarial unificada da categoria, convocada pela Fentect (Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios) e realizada dia 25/07 em São Paulo.

Esse ataque ocorre numa conjuntura de greves nacionais no serviço público, que inclui 95% das universidades federais, as agências reguladoras, o IBGE e mais recentemente a Polícia Federal. Isso sem contar com o contexto de privatização da ECT, que muda o perfil da empresa e promove a precarização do trabalho, terceirização e falta de concursos públicos. Nesse sentido, o bloco CTB/PCdoB, que compõe a base de sustentação do Governo Dilma, ajuda a minar a resistência dos trabalhadores a esta política, enfraquece o movimento sindical em seus mais diversos setores e favorece a entrega do serviço público para o grande capital.

O STU acredita que esse tipo de ação não corresponde à prática de qualquer entidade que se afirme representativa dos trabalhadores e repudia veementemente qualquer atitude violenta que tenha como objetivo reprimir a organização sindical. Em seu último congresso, realizado em abril deste ano, os técnico-administrativos da Unicamp inclusive votaram pela desfiliação da CTB, por entenderem que o posicionamento político desta central não vem refletindo a independência dos trabalhadores nas suas lutas e não tem contribuído para o avanço da luta e unificação sindical no Brasil.

Ato dos servidores em Brasília

Nesse momento, está começando o ato dos servidores públicos federais, em Brasília. Representantes da nova diretoria da Fentect estarão presentes ao ato, inclusive para articular ações conjuntas com os companheiros das demais categorias.

Vitória contra a escravidão: terceirização está proibida nos Correios

Fentect ganha na Justiça liminar impedindo a ECT de contratar mão-de-obra terceirizada
A Fentect (Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios) ganhou liminar expedida pela 13ª Vara do Trabalho do Distrito Federal (DF) impedindo a ECT (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos) de contratar mão-de-obra terceirizada.
A empresa está impedida de contratar trabalhadores que não sejam concursados para exercer atividades-fim de carteiro, OTT (Operador de Triagem e Transbordo), atendente, técnico ou especialista de Correios.
Cinicamente, a direção dos Correios afirmou que a proibição de contratar terceirizados não irá prejudicar o funcionamento dos serviços e que a mão-de-obra terceirizada e temporária só será admitida em períodos excepcionais, como no final de ano. Todos os trabalhadores dos Correios sabem, no entanto, que o que acontece na ECT é exatamente o contrário. Já é possível encontrar setores de trabalho com mais de 85% de terceirização no quadro de funcionários, exercendo o serviço de atividade-fim, como a triagem, distribuição e coleta de correspondências.
A liminar da 13ª Vara prevê ainda que, caso haja descumprimento da determinação judicial, os Correios deverão pagar multa de R$ 500 mil para cada licitação aberta.
Em nota, a direção da ECT alega ainda que contratou quase 10 mil funcionários concursados em 2011, o que é totalmente falso. Há um nível altíssimo de trabalhadores recém-contratados que desistiram da empresa antes mesmo de completarem o período de três meses da experiência. Também anunciou a convocação de 3 mil novos trabalhadores, o que não é suficiente nem para começar a resolver o problema de falta de funcionários.
A liminar ganha pela Fentect é uma vitória política, já que a terceirização faz parte dos planos da direção da ECT para privatizar os Correios e abaixar os custos da mão-de-obra.
No entanto, os trabalhadores devem ter claro que somente a decisão judicial não será suficiente para resolver o problema. A única maneira de lutar contra a terceirização e todos os ataques aos trabalhadores é, em primeiro lugar, a defesa de 30 mil novos concursados e em segundo lugar exigir a incorporação de todos esses trabalhadores aos quadros da empresa, para que tenham os mesmos direitos dos concursados. A vitória contra a terceirização só será possível por meio da luta unificada dos trabalhadores concursados e terceirizados. Por isso, nessa campanha salarial, a corrente Ecetistas em Luta vai chamar todos os companheiros terceirizados a lutar juntamente com os mais de 110 mil trabalhadores dos Correios, em defesa da sua incorporação ao corpo de funcionários da ECT, com direitos, salários e benefícios iguais aos dos concursados.

ECT quer forçar envio da capanha salarial para o TST

Boletim Ecetistas em Luta de hoje



Direção da empresa quer jogar a decisão sobre os salários e condições de trabalho da categoria na mão dos juízes do trabalho porque sabem que o tribunal vai favorecer a empresa e o governo
Depois de apresentar a sua “proposta” de miseráveis 3% de reajuste, a direção da ECT cruzou os braços: não apresentou nenhuma resposta até agora  sobre as mais de 80 cláusulas da pauta de reivindicações apresentadas pelos membros do Comando de Negociação da Fentect.
A empresa alega que só vai discutir se continua a negociar ou não depois que a Federação, e os sindicatos em nível nacional, respondam se aceitam ou não os 3%. Um verdadeiro absurdo! Acham que os trabalhadores são idiotas a ponto de aceitar um reajuste que não reajusta nada, que está abaixo dos índices de inflação dos últimos 12 meses!
A empresa faz toda essa encenação para ocultar sua verdadeira posição: não querem negociar nada, nunca quiseram!
Chegaram ao cúmulo de afirmar na mesa de negociações em Brasília que queriam um “acordo fechado”, isto é, manter o acordo coletivo da categoria como está, apenas alterando o “reajuste” de 3%.
O que está por trás das manobras da ECT?
A direção da empresa não consegue esconder o seu objetivo ao enrolar as negociações e se negar a dar respostas a reivindicações como o fim do SAP, das horas extras, a contratação imediata de mais 30 mil trabalhadores... Querem empurrar a campanha salarial de maneira completamente arbitrária e ilegal para o Tribunal Superior do Trabalho (TST), para que os juízes escolhidos pelo governo decidam qual deve ser o reajuste.
Para fazer isso, a ECT precisaria ajuizar o dissídio no tribunal do trabalho. Mas, para que seja instaurado o dissídio é preciso que, antes, ambas as partes (trabalhadores e empresários) concordem sobre a inviabilidade de chegar a um acordo na mesa de negociações.
Uma verdadeira negociação implica em que a empresa ouça as reivindicações dos trabalhadores e dê uma resposta. Não é o que está acontecendo nos Correios nesse momento.
A direção da ECT tentou impor um calendário de negociações impossível de ser cumprido. Tendo terminado o prazo estipulado por ela para a negociação, a mesma apresentou uma proposta absurda de reajuste de 3% e da criação de “mesas temáticas” para debater as reivindicações da categoria que não seriam contempladas no acordo coletivo.
A empresa está tentando ajuizar o dissído coletivo unilateralmente porque quer evitar a greve da categoria. Sindicalistas e trabalhadores dos Correios de todo o país já se manifestaram favoravelmente ao calendário proposto pela nova direção da Fentect, que levaria a conclusão das negociações e à greve no mês de setembro.
Queremos o que é nosso! 43,7% de reajuste nessa campanha salarial, com objetivo de repor as perdas salariais dos últimos anos e promover um aumento real de salários.
A tentativa da empresa de ignorar as reivindicações dos trabalhadores não pode passar em branco. Precisamos dar uma resposta contundente à ECT, rejeitando os miseráveis 3% propostos por ela como reajuste e exigindo negociações sérias e com transparência.

Aconteceu em São Paulo.... no CTE Saúde Diretor da máfia sindical do Sintect-SP tenta impedir a distribuição do boletim Ecetistas em Luta e leva a pior

Na tarde de ontem, um companheiro da corrente Ecetistas em Luta distribuía o boletim na entrada do turno 2 do CTE Saúde quando foi abordado por um diretor do Sintect-SP. Fabrício Máximo se identificou como membro do PCdoB (ou seja, da mesma quadrilha que mandou capangas para espancar os trabalhadores na Praça da Sé na assembleia convocada pela Fentect no último dia 25) e, aos berros, tentou fazer com que o companheiro de Ecetistas em Luta parasse de distribuir o boletim. Só que, desta vez, o pelego levou a pior. Quando Fabrício avançou para cima do companheiro que distribuía o boletim para tentar tirar dele o material levou um cruzado de direita no queixo e se estatelou no chão. Bem feito!

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Trabalhadora de Alagoas manifesta seu repúdio à ação fascista da diretoria do Sintect-SP


Moção de Repúdio

Prega-se tanto a união da classe trabalhadora, no entanto, comete-se atos de cobiça e restrição da voz, do direito de ir e vir do cidadão; foi o que aconteceu na assembleia de São Paulo, no dia 25 de julho, onde os que participavam da assembleia foram brutalmente espancados por vândalos que dizem fazer parte do movimento sindical dos Correios.
Fica aqui registrado o meu repúdio a todo tipo de agressão aos companheiros, e que tal atitude antidemocrática não sirva de desmotivação para lutarmos juntos. Avante irmãos! Não ao PCdoB/CTB!

Vera Lúcia Nascimento, carteira
5  de agosto de 2012.

Nota de repúdio do companheiro Ricardo Machado, da corrente sindical Causa Operária, contra o ato fascista do PCdoB/CTB na assembleia de São Paulo


Moção de Repúdio

Em São Paulo no último dia 25 de julho, os trabalhadores dos Correios sofreram uma agressão fascista contra sua legítima organização e manifestação política. A máfia sindical do PCdoB/CTB na diretoria do Sintect-SP contratou capangas para agredir trabalhadores e tentar impedir a realização da assembleia unificada da campanha salarial da categoria ecetista, para eleição dos representantes de São Paulo para o Comando Nacional de Mobilização que representa os trabalhadores na negociação com a ECT em Brasília.
Os capangas destruíram o carro de som, equipamentos de vídeo, e agrediram indiscriminadamente qualquer pessoa que estivesse no local. Tamanha violência tem como único objetivo impedir a organização independente dos trabalhadores, contra a máfia traidora e pelega do Sintect-SP. Essa ação é um atentado contra os direitos democráticos básicos dos trabalhadores vindo de um partido que está no governo federal, ou seja, é parte do grupo político que dirige a empresa de Correios, portanto, dos patrões dos ecetistas. Estão agindo a serviço da direção da empresa, da qual também fazem parte, inclusive por meio do líder da Comissão de Negociação da ECT, o ex-sindicalista vendido Luís Eduardo do Ceará. Toda a violência fascista promovida por esses elementos tem por objetivo o fim da campanha salarial da categoria sem nenhuma conquista para os trabalhadores.
Eu, Ricardo de Souza Machado, bancário em Brasília, que estive em São Paulo e presenciei a agressão fascista dos capangas da máfia sindical do PCdoB/CTB, venho por meio desta manifestar publicamente meu repúdio a tal atitude.

Ricardo de Souza Machado
Brasília, 27 de julho de 2012.

Moção de Repúdio de Joveli Mendonça, Atendente do Comercial de Mato Grosso, contra a ação fascista do PCdoB/CTB em São Paulo


Moção de Repúdio

Venho através desta, repudiar o escandaloso e cruel ato contra os trabalhadores Ecetistas na Praça da Sé, em São Paulo. Um verdadeiro absurdo cometido pelos elementos instituídos como sendo do PCdoB.
Elementos esses que são colegas na instituição dos Correios e com sua ganância pelo poder tentaram na covardia, no desespero, excluir nossa base da campanha salarial. Atitudes como essa, de violência, espancar os colegas que trabalham duro e movimentam a riqueza  desse país devem ser repudiadas.
Não podemos de forma alguma nos calar. Devemos clamar por justiça para que atos como esses sejam severamente punidos. Eles destruíram o carro de som, quebraram equipamentos, cometendo ato de bandido. Pois não tem outra definição para os mesmos.
Fora!!!! Todos aqueles que não respeitam o próximo... e se os mesmos elementos se instituem do PCdoB, então fora PCdoB!!!

Joveli Mendonça – Atendente comercial
Cuiabá, 5 de agosto de 2012.

Nota de repúdio do trabalhador Fabiano da Silva Reis, ao fascismo do PCdoB/CTB em São Paulo


Declaração de Repúdio

Eu, Fabiano da Silva Reis, trabalhador dos Correios em Minas Gerais, no CDD-Venda Nova, Belo Horizonte, repudio a ação da máfia sindical do PCdoB/CTB na diretoria do Sintect-SP que contratou capangas para agredir trabalhadores e impedir a assembleia unificada da campanha salarial da categoria em São Paulo, no último dia 25 de julho, na Praça da Sé.
Essa ação é um atentado contra os direitos democráticos básicos dos trabalhadores vindo de um partido que está no governo federal. Toda a violência fascista promovida por esses elementos tem o objetivo claro de acabar com a campanha salarial da categoria. Estão agindo a serviço da direção da empresa, da qual também fazem parte, inclusive por meio do líder da comissão de negociação da ECT, o ex-sindicalista vendido Luís Eduardo do Ceará.
Fabiano da Silva Reis
Belo Horizonte,05 de agosto de 2012.

Trabalhador de São Paulo declara seu repúdio aos divisionistas e agressores do Sintect-SP


Moção de Repúdio

Eu, Cristian Costa Alvarenga, trabalhador do Centro de Transporte Operacional CTO-Leste, repudio a ação da máfia sindical do PCdoB/CTB da diretoria do Sintect-SP, que contratou capangas para agredir trabalhadores e impedir a assembleia unificada da campanha salarial da categoria em São Paulo, no último dia 25 de julho, na Praça da Sé.
Essa ação é um atentado contra os direitos democráticos básicos dos trabalhadores vindo de um partido que está no governo federal. Toda a violência fascista promovida por esses elementos tem o objetivo claro de acabar com a campanha salarial da categoria. Estão agindo a serviço da direção da empresa, da qual também fazem parte, inclusive por meio do líder da comissão de negociação da ECT, o ex-sindicalista vendido Luís Eduardo do Ceará.

Cristian Costa Alvarenga
São Paulo, 26 de Julho de 2012

O trabalhador ecetista Aurimar Cordeiro, agredido na assembleia da Fentect em São Paulo, repudia o fescismo da diretoria do Sintect-SP


Declaração de Repúdio

Antes de qualquer coisa quero deixar registrada a minha indignação e o meu repúdio ao ato de crueldade e covardia realizado pelo Sintect-SP que é comandando pelo PCdoB/CTB, esses fascistas pelegos que só querem derrubar os trabalhadores!!!
Companheiros, sou carteiro e trabalho no CDD - Justinópolis que fica na região da grande Belo Horizonte. Fui para São Paulo com vários companheiros de diversos estados do País para ajudar na convocação da assembleia. Contudo, num ato de covardia contra os trabalhadores, esses pelegos mandaram uma verdadeira quadrilha de bate-paus na Praça da Sé no dia 25 de julho, para impedir a assembleia chamada pela Fentect. De quebra, baixaram a porrada nos trabalhadores que ali estavam para aprovar a Pauta e tirarem seus representantes na negociação. Nós não podemos mais aceitar essa máfia do crime que é formada pelo PCdoB/CTB.
Nem com esses brutamontes que na verdade só queriam bater nos trabalhadores o PCdoB/CTB conseguiu impedir a assembleia que se realizaram, como um ato de bravura dos trabalhadores que mesmo depois de apanhar desses bate-paus do PCdoB fizeram a assembleia e aprovaram a pauta. O que mostra que nem o fascismo do PCdoB/CTB vai conseguir impor medo da categoria que está mais unida do que nunca.
Aurimar Cordeiro, CDD – Justinópolis
Belo Horizonte, 5 de agosto de 2012.

Moção de repúdio do companheiro da Aliança da Juventude Revolucionária, André Sarmento, agredido na assembleia da Fentect em São Paulo


Moção de Repúdio



Eu, André Sarmento de Sousa, militante da Aliança da Juventude Revolucionária - Juventude do PCO, repudio a ação violenta da máfia sindical do PCdoB/CTB contra os trabalhadores dos Correios de São Paulo.
A direção do Sintect-SP contratou dezenas de capangas que estavam armados de facas, bombas e armas de fogo para atacar a assembleia unificada da campanha salarial da categoria em São Paulo, no último dia 25 de julho, na Praça da Sé.
As traições à categoria promovidas pela máfia do PCdoB abriu uma crise sem precedentes na burocracia sindical. O repúdio da categoria contra eles abriu caminho para uma política desesperada e criminosa dessa mesma burocracia e seus aliados, de tentar dividir os trabalhadores formando mais uma federação. Rachando com a Fentect – Federação Nacional dos Trabalhadores dos Trabalhadores dos Correios.
Esta violência nunca antes vista na categoria dos Correios é um ato fascista do PCdoB para evitar a organização da campanha salarial unificada, mantendo a divisão da categoria para favorecer a direção da ECT.
O Partido de Capangas do Brasil (PCdoB) utilizou a força para impedir uma discussão democrática entre trabalhadores. O direito de reunião e de reivindicação é um direito elementar e da maior importância para a luta da classe operária contra a exploração capitalista. Sem ele, os trabalhadores não passam de escravos.
Todos os militantes que se reivindicam do movimento dos trabalhadores devem repudiar energicamente a máfia do PCdoB denunciando ativamente esta feroz ofensiva patronal contra os trabalhadores dos correios.



André Sarmento

São Paulo, 27 de julho de 2012.